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| 6. | Ele entregou todos os seus negócios a José, sem mais se preocupar de coisa alguma, exceto do que se alimentava. Ora, José era belo de corpo e de rosto. | |
| 7. | E aconteceu, depois de tudo isto, que a mulher de seu senhor lançou seus olhos em José e disse-lhe: “Dorme comigo.” | |
| 8. | Mas ele recusou: “Meu senhor, disse-lhe ele, não me pede conta alguma do que se faz na casa, e confiou-me todos os seus bens. | |
| 9. | Não há maior do que eu nesta casa; ele nada me interdisse, exceto tu, que és sua mulher. Como poderia eu cometer um tão grande crime e pecar contra Deus?” | |
| 10. | Em vão se esforçava ela todos os dias, falando a José; ele não consentia em dormir com ela e unir-se a ela. | |
| 11. | Certo dia, tendo ele entrado na casa para fazer seus serviços, e não se encontrando ali ninguém da casa, | |
| 12. | ela segurou-o pelo manto, dizendo: “Dorme comigo!” Mas José, largando-lhe o manto nas mãos, fugiu. | |
| 13. | Vendo a mulher que ele lhe tinha deixado o manto nas mãos e fugido, | |
| 14. | chamou a gente de sua casa e disse-lhes: “Vede: trouxeram-nos este hebreu para a casa a fim de que ele abuse de nós. Este homem veio-me procurar para dormir comigo, mas eu gritei. | |
| 15. | E vendo que eu me punha a gritar, deixou seu manto ao meu lado e fugiu.” | |
| 16. | E guardou junto de si as vestes de José até a volta de seu senhor. | |
| 17. | E fez-lhe a mesma narrativa: “O escravo hebreu, disse ela, que nos trouxeste, veio à minha procura para abusar de mim. | |
| 18. | Mas, pondo-me a gritar, deixou o seu manto ao meu lado e fugiu.” | |
| 19. | Ao ouvir isto de sua mulher, contando-lhe como se tinha comportado com ela o seu servo, ele enfureceu-se, | |
| 20. | e lançou José na prisão, onde se encontravam detidos os prisioneiros do rei. E José foi encarcerado. | |
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