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Posted: 03 Sep 2012 07:35 AM PDT
Quem seria capaz de dizer, há 10 anos, que o Brasil teria juros nominais na casa de um dígito? O sonho de ver nosso dinheiro custando “mais barato” (juros mais baixos nas compras, financiamentos etc.) sempre foi compartilhado por todos, é fato, mas seus desdobramentos vão além do esperado aumento no consumo. A notícia de que a taxa Selic está no menor patamar de sua história (7,5% ao ano) merece destaque também porque representa um desafio para os investidores acostumados com os elevados ganhos sem risco da renda fixa. A multiplicação do patrimônio através de investimentos está sofrendo uma importante reviravolta. A caderneta de poupança, agora rendendo 5,25% ao ano (70% da Selic), poderá apresentar rentabilidade negativa se a inflação persistir como está – os amigos do Blog “Quero Ficar Rico” escreveram sobre isso. E tudo indica que o dragão permanecerá acordado, já que o governo manteve a meta de 4,5% para 2013 e o mercado trabalha com números maiores que 5% para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Cinco passos para dinamizar seus investimentos O novo cenário de juros baixos coloca diante do investidor a necessidade de buscar retornos maiores, mas sem abrir mão da segurança. O desafio está em fazer a correta alocação de ativos (clique aqui para um excelente material neste sentido). Algumas sugestões podem ajudá-lo: 1. Definir objetivos claros de curto, médio e longo prazo. O brasileiro típico tem uma característica imediatista e focada em resolver problemas – o que implica em enxergar o curto prazo como um mês e o longo prazo como, no máximo, um ano. Olhar além do horizonte de 12 meses é muito difícil porque “até lá muita coisa pode mudar”. Será? Minha sugestão é que você passe a associar suas metas a um horizonte temporal. Abaixo explico o que eu costumo fazer: |