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domingo, junho 12, 2011

UM DIA CONSIGO VIVER SEM ESPOSA!!!!

UM VERDADEIRO AMIGO É QUEM TE DÁ A MÃO E TE TOCA O CORAÇÃO.”
Obs.: Leia até o fimmmmmm! Bjs.
UM DIA CONSIGO VIVER SEM ESPOSA!!!!
O marido e a mulher não se falavam há uns três dias.
Entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma reunião  muito cedo no escritório.Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo. Mas para não dar o braço a torcer, escreveu num papel:
'Me acorde às 6 horas da manhã'.
No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h30. O  homem teve um ataque e pensou:
- Que meeeerdaaa! Mas que absurdo! Que falta de consideração, ela  não me acordou... Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou um papel no qual  estava escrito: - São seis horas, levanta!!!
Moral da História

Não fique sem conversar com as mulheres, elas  ganham sempre, estão certas sempre e são simplesmente geniais na  vingança!!!!!!

O casamento é a relação entre duas pessoas, em que uma pessoa está sempre certa e a outra, é o marido!

Meu nome é MULHER!
Eu era a Eva Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião,Presidente do Brasil, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER..!!!!

(O Autor é Desconhecido, mas um verdadeiro sábio...)
(Enviar a todas as MULHERES MARAVILHOSAS e só aos homens
inteligentes.
 
 

sexta-feira, março 04, 2011

A RVPWP2011 - CARNAVAL / DIA INTERNACIONAL DA MULHER

MULHERES

A  próxima semana estaremos no carnaval e simultaneamente será comemorado o Dia Internacional da Mulher e este blog estará durante toda a semana homenageando as mulheres de todo planeta, especialmente as do Brasil e particularmente as mulheres que convivi e convivo, as que me apaixonei, as indispensáveis (mãe, irmãs) a amiga cônjuge companheira, filhas, neta, enfim as mulheres que aprendi a respeitar pela luta diária e a compreensão em me aceitar com todas minhas virtudes e defeitos. Sou de uma época (1959) em que a cultura predominante era machista ao extremo e a religião que praticava também ajudou muito a impor pensamentos de ser superior as mulheres. Como tudo na vida existem mudanças, mudei minha concepção em relação as mulheres, sobrepus a cultura e me tornei um homem, que aprendeu a respeitar as mulheres, mesmo com meus defeitos, lutei, e foi  na participação de vários movimentos sociais onde compreendi  a luta das mulheres por direitos iguais e um lugar ao sol, ainda a luta para preservar a vida dos machistas insanos e ignorantes que vê na mulher um objeto da sua sana colérica e desejos sexuais obscuros.  Espero que os homens sofram a catarse que sofri e passem a respeitar as mulheres como  seres humanos igual a nós ou quem sabe um ser mais importante, mais superior, pois sem ela não teríamos onde sobreviver sem o néctar da vida que é o leite materno, receber carinho, são fonte de amor e prazer, da sensualidade. Viva as mulheres do nosso planeta. 

UNIVERSIDADE LIVRE FEMINISTA

 ADMINISTRADORA
O GLOBO
dia-internacional-da-mulherDados do Rio Como Vamos mostram que o sexo feminino ainda não conquistou plenamente o mercado de trabalho
No Brasil, uma mulher na Presidência. No estado do Rio de Janeiro, uma mulher na chefia da Polícia Civil. Conquistando aos poucos seu espaço na esfera do poder, embora em clara desvantagem (na Câmara do Rio, por exemplo, são 43 vereadores e apenas oito vereadoras), o sexo feminino ainda se encontra, no mercado de trabalho, em desigualdade em relação ao masculino. Dados do Sistema de Indicadores do Rio Como Vamos (RCV) mostram que, no emprego formal da capital em 2009, o salário médio das trabalhadoras era 13,2% inferior ao dos homens (R$1.871 contra R$2.156). Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, comemorado dia 8 de março, o RCV mostra onde persistem as diferenças e o que ainda precisa melhorar, em termos de políticas públicas, para deixá-las, enquanto mães, donas de casa e profissionais, em condições de fazer suas próprias escolhas na sociedade e na economia do Rio.
A cidade encerrou 2009 com 2,2 milhões de pessoas no emprego formal. Destas, 59,4% eram homens e 40,6%, mulheres, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS/MTE). Nos cargos de direção, elas representavam 38%. No ano passado, 888,5 mil trabalhadores tiveram suas carteiras assinadas, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged/MTE). Mais uma vez, o sexo feminino foi minoria: 37%. Apenas no primeiro emprego os números esboçam certa igualdade: praticamente a metade dos novos trabalhadores a ingressarem no mercado de trabalho é de mulheres.
Elas gastam mais tempo com as tarefas do lar
Os expedientes de trabalho, no entanto, são semelhantes aos dos homens. Elas eram, ainda em 2009, maioria entre os empregados de meio período (até 20 horas semanais), mas também estavam em maior percentual (52%) entre aqueles com carga horária entre 31 e 40 horas trabalhadas por semana. Mas em casa, onde a jornada dupla da mulher persiste, a disparidade é gigantesca. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad/IBGE) de 2009 para a Região Metropolitana do Rio mostram que, quando chefes de família, as mulheres gastam em média 21,2 horas semanais nos trabalhos da casa. Como companheira do chefe da família, as horas sobem para 23,31. Já os homens passam apenas 5,63 horas semanais em serviços da casa.
- O mercado de trabalho mudou com a entrada maciça das mulheres, mas a organização da vida privada, não. Aí reside a maior desigualdade entre homens e mulheres. O mundo do trabalho tem que descobrir que a vida privada existe e se organizar liberando tempo para homens e mulheres. Enquanto a discussão sobre o uso do tempo não avança entre empregadores e empregados, partilhar as responsabilidades familiares é fundamental para que as mulheres possam trabalhar em igualdade de condições com os homens. Mas na verdade trata-se de uma questão pública e não só privada - avalia a presidente executiva do Rio Como Vamos, Rosiska Darcy de Oliveira.
A socióloga Baiena Feijolo Souto, de 31 anos, sabe como uma boa estrutura de serviços e a parceria do companheiro fazem a diferença para a realização profissional da mulher. Mãe de dois meninos de 11 e 14 anos e de uma menina de 2, ela deixa a caçula na creche às 8h e parte para o emprego. Cabe ao marido, engenheiro, buscar a pequena, às 18h. Facilita a vida desta trabalhadora o fato de a família morar em Laranjeiras, bairro em que tem por perto escolas e outras instituições onde os garotos podem fazer atividades ao longo do dia, enquanto os pais estão fora. Em casa, embora tenha empregada e conte com a ajuda do marido, na divisão das obrigações do lar, a socióloga não escapa de algum serviço doméstico.
Se Baiena, que conta com uma estrutura de serviços favorável no bairro onde mora e pode sair para trabalhar com tranquilidade, sabendo que as crianças estão em segurança, o mesmo não acontece com aquelas mães que dependem de creches públicas para seus filhos, mas não conseguem vagas. Na rede municipal do Rio, 33.961 crianças são atendidas em creches públicas ou conveniadas. No início de 2009, esse número era ainda menor, cerca de 28 mil. O total de atendidos hoje não chega sequer à metade dos 68.203 matriculados na etapa seguinte da educação infantil, a pré-escola. Ou seja, persistindo esta média de matrículas na pré-escola para o próximo ano, a metade dos pequenos alunos chegaria a esta fase sem ter passado antes por uma creche. A meta do Plano Estratégico da prefeitura é chegar a 2012 com cerca de 60 mil vagas em creches, 30 mil delas abertas a partir de 2009. Para a presidente do RCV, é primordial que esta meta seja cumprida rigorosamente:
- Não existe mercado de trabalho feminino democrático sem creche e escola. Nenhuma mulher trabalha tranquila sem saber como estão seus filhos. Os homens sempre tiveram a tranquilidade de saber que eles estavam com as mães. Quando as crianças não estão com elas, estão com quem? Na rua? A política de enquadramento educacional da primeira infância e da juventude é primordial para as mulheres.

quarta-feira, janeiro 26, 2011

REFLEXÃO DO DIA - GEORGE W. FOOTE



"As mulheres ainda sentirão orgulho por não terem jamais contribuído uma linha sequer na redação da Bíblia."
George W. Foote