quinta-feira, janeiro 06, 2011

Boletim Carta Maior - 05/01/2010

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Boletim Carta Maior - 5 de Janeiro de 2011 Ir para o site

Brevíssima história de 40 anos de políticas neoliberais
Muitos especialistas dizem que a ideologia neoliberal iniciou nos anos 80 com Reagan, Thatcher e a Escola de Chicago. Mas o que tornou possível esse giro na economia política? Que elementos, que novas forças podem explicar essa mudança ideológica e as desigualdades que a seguiram? Como os poderes que tomam decisões políticas foram sendo postos gradualmente nas mãos de um corpo de tecnocratas neoliberais que pontificavam sobre as limitações dos governos? Responder a essas questões passa por reconhecer que este processo durou décadas. O artigo é de Marshall Auerback.
> LEIA MAIS | Economia | 04/01/2011
Perspectivas da economia mundial
em 2011

O que alguns analistas chamam de regresso da China a um padrão de crescimento orientado à exportação se chocará com os esforços dos EUA e da Europa para impulsionar a recuperação mediante um crescimento orientado à exportação simultaneamente com a adoção de barreiras à entrada de importações asiáticas. O resultado mais provável dessa volátil mistura de estímulo à exportação e proteção interna por parte dos três setores que encabeçam a economia mundial não será expansão global, mas sim deflação global. O humor dominante nos círculos econômicos liberais no final de 2010 é sombrio, para não dizer apocalíptico. O artigo é de Walden Bello.
> LEIA MAIS | Economia | 03/01/2011
O “gasolinazo” na Bolívia
A cidade de El Alto viveu outro momento histórico ao protagonizar fortes protestos, desta vez contra uma proposta do governo Evo Morales. A mobilização foi contra o decreto 478 do presidente boliviano, apelidado de “gasolinazo” que, segundo os setores sociais mobilizados, afetava gravemente suas magras economias ao provocar um aumento de passagens de ônibus, de alimentos e outros produtos entre 100 e 150%. Diante dessa mobilização, na noite de 31 de dezembro de 2010, Evo Morales viu-se obriga a revogar o decreto.
> LEIA MAIS | Internacional | 03/01/2011
Dilma pede união em torno de projeto de crescimento
“Meu sonho é o mesmo de qualquer cidadão. O sonho que uma mãe e um pai possam oferecer aos seus filhos oportunidades melhores do que as que tiveram. É um sonho que constroi um país, uma família, uma nação. É o desafio que ergue um país”, disse a presidenta Dilma Rousseff, em discurso no parlatório do Palácio do Planalto. “Foi por não acreditar que havia o impossível que o presidente Lula fez tanto pelo país nesses últimos anos.
Precisarei muito do apoio de todos vocês. Quero pedir o apoio de todos, de leste a oeste, de norte a sul de todo o país. Se todos trabalharmos pelo Brasil, o Brasil nos devolverá em dobro o nosso esforço", acrescentou.

> LEIA MAIS | Política | 02/01/2011


Capitalismo: o que é isso?
As crises revelam a essência da irracionalidade do capitalismo: porque há excesso de produção ou falta de consumo, se destroem mercadorias e empregos, se fecham empresas, agudizando os problemas. Até que o mercado “se depura”, derrotando os que competiam em piores condições. - 05/01/2011

Colunistas
Venício Lima
Ano novo, velha batalha
A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) anunciou que 2011 será o "Ano pela Liberdade de Expressão". A ANJ apoiará a iniciativa no Brasil. Para dar uma modesta contribuição à SIP e à ANJ, reproduzo alguns trechos dos três documentos básicos que serão enfatizados ao longo do ano. - 04/01/2011
Washington Araújo
O poder da mídia em uma ordem cambaleante
Estará a mídia, a grande mídia, preparada para promover novos conceitos de cidadania mundial, de paz internacional, de apreço e defesa dos nossos esgotáveis recursos naturais? É vital que os meios de comunicação revejam sua missão, seus objetivos e sua agenda. - 04/01/2011


Caleidoscópio mundial
A definição da estratégia internacional do Brasil não depende da “taxa de declínio” dos EUA, mas não pode desconhecer a existência do poder americano. Assim mesmo, gostem ou não os conservadores, o Brasil já entrou no grupo dos estados e das economias nacionais que fazem parte do “caleidoscópio central” do sistema, onde todos competem com todos, e todas as alianças são possíveis, em função dos objetivos estratégicos do país, e do seu projeto de mudança do sistema mundial. O artigo é de José Luís Fiori. - 30/12/2010



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