segunda-feira, outubro 24, 2011

SEBO E ACERVO


SEBO E ACERVO


Posted: 24 Oct 2011 07:01 AM PDT
resenha
Elaborar uma resenha não é um bicho de sete cabeças como dizem algumas pessoas, pois na verdade se trata de um texto em forma de síntese expressando a opinião do autor sobre determinado tema ou fato cultural, que pode ser um livro, um filme, uma peça teatral, exposições, shows, etc. Uma resenha é um gênero textual que visa a informação sintética de algum objeto. Mas não é um simples resumo ou sinopse. A resenha passa tanto por momentos descritivos e objetivos quanto pelo momento crítico, que desenha impressões sobre o objeto, e portanto, é também de cunho subjetivo. Uma resenha é, portanto, a informação sintética sobre algo e que consegue aliar descrição e crítica. Após algumas pesquisas que fiz na internet a respeito do assunto estou reproduzindo a seguir uma síntese do melhor texto encontrado:

Como uma síntese, a resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta. O resenhista que conseguir equilibrar perfeitamente esses dois pontos terá escrito a resenha ideal.
No entanto, sendo um gênero necessariamente breve, é perigoso recorrermos ao erro de sermos superficiais demais. Nosso texto precisa mostrar ao leitor as principais características do fato cultural, sejam elas boas ou ruins, mas sem esquecer de argumentar em determinados pontos e nunca usar expressões como "Eu gostei" ou "Eu não gostei".

Tipos de Resenha
Até agora eu falei sobre as resenhas de uma forma geral e livre e esses dados são suficientes para você já esboçar alguns parágrafos.
Contudo, as resenhas apresentam algumas divisões que vale destacar. A mais conhecida delas é a resenha acadêmica, que apresenta moldes bastante rígidos,responsáveis pela padronização dos textos científicos. Ela, por sua vez, também se subdivide em resenha crítica, resenha descritiva e resenha temática.
Na resenha acadêmica crítica, os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa:
Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;
Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser resenhado;
Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;
Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir claramente o texto resenhado;
Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há um limite estabelecido. Dê asas ao seu senso crítico.
Recomende a obra: Você já leu, já resumiu e já deu sua opinião, agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). Utilize elementos sociais ou pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na renda etc.
Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha (no caso, você). Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador.
Assine e identifique-se: Agora sim. No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como "Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)"
Na resenha acadêmica descritiva, os passos são exatamente os mesmos, excluindo-se o passo de número 5. Como o próprio nome já diz, a resenha descritiva apenas descreve, não expõe a opinião o resenhista.
Finalmente, na resenha temática, você fala de vários textos que tenham um assunto (tema) em comum. Os passos são um pouco mais simples:
Apresente o tema: Diga ao leitor qual é o assunto principal dos textos que serão tratados e o motivo por você ter escolhido esse assunto;
Resuma os textos: Utilize um parágrafo para cada texto, diga logo no início quem é o autor e explique o que ele diz sobre aquele assunto;
Conclua: Você acabou de explicar cada um dos textos, agora é sua vez de opinar e tentar chegar a uma conclusão sobre o tema tratado;
Mostre as fontes: Coloque as referências Bibliográficas de cada um dos textos que você usou;
Assine e identifique-se: Coloque seu nome e uma breve descrição do tipo "Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)".
Conclusão
Fazer uma resenha parece muito fácil à primeira vista, mas devemos tomar muito cuidado, pois dependendo do lugar, resenhistas podem fazer um livro mofar nas prateleiras ou transformar um filme em um verdadeiro fracasso.
As resenhas são ainda, além de um ótimo guia para os apreciadores da arte em geral, uma ferramenta essencial para acadêmicos que precisam selecionar quantidades enormes de conteúdo em um tempo relativamente pequeno.
Agora é questão de colocar a mão na massa e começar a produzir suas próprias resenhas!"
CONFIGURAÇÃO DO TEXTO
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS: CAPA, FOLHA DE ROSTO E SUMÁRIO
CAPA: função de identificar o trabalho, o autor, a instituição a qual está vinculado e época em que foi feito.
FOLHA DE ROSTO: segundo a ABNT, folha de rosto é a página que contém os elementos essenciais à identificação da obra. Deve incluir, além dos elementos da capa, outros que forneçam informações mais detalhadas. É considerada a primeira página do trabalho embora não seja numerada.
NOME DA INSTITUIÇÃO
NOME DO CURSO
(Negrito, centralizada, maiúscula, fonte tamanho 14)
TÍTULO DO TRABALHO
(Dê 14 espaços. Negrito, centralizado, Maiúsculas e minúsculas e fonte tamanho 14. Mais de um aluno [ordem alfabética])
NOME DO ALUNO
(Dê 14 espaços. Negrito, centralizado, Maiúsculas e minúsculas e fonte tamanho 14. Deve ficar colado à margem inferior da folha)
Cidade/Estado
Ano
  • OUTRA FOLHA:
TÍTULO DA RESENHA
(Alinhado à margem superior. Negrito, centralizado, maiúsculas, fonte tamanho 14)
Referência completa segundo a ABNT (Dê 4 espaços simples, alinhe à esquerda, digite com espaço simples entre as linhas - fonte tamanho 12 )
TEXTO DA RESENHA... (Dê 2 espaços e inicie o texto. A fonte a ser utilizada deve ser a mesma para capa, folha de rosto e texto (arial ou times new roman).
  1. O espaçamento no texto é de 1,5 entre linhas
  2. Alinhamento do texto é "justificado"
  3. Parágrafo no texto: 1, 27
  4. Margens: sup. e esq. 3,0; inf. e dir. 2,0
  5. Numeração: canto sup. direito
   http://albertofedel.blogspot.com/

Posted: 23 Oct 2011 07:00 PM PDT
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Verduras, ou folhas verdes comestíveis, são alimentos maravilhosos. Farta e segura fonte de minerais como cálcio, magnésio, fósforo, potássio, vitaminas diversas, aminoácidos, enzimas e muita vitalidade, a ingestão de folhas verdes traz consigo uma série de benefícios. Coletoras naturais da luz solar, as folhas verdes quando ingeridas liberam na corrente sanguínea uma substância que denominamos Clorofila, esta magnífica molécula verde que é o sangue do reino vegetal. É algo fascinante perceber a semelhança da molécula da clorofila com a molécula da hemoglobina. Apenas uma ligação química as diferencia.

Os verdes podem ser vistos como luz do sol comestível, já que é na Clorofila que colore suas folhas a responsável por capturar e processar a energia que é irradiada do astro-rei. Clorofila é luz líquida! Consumir Clorofila regularmente é como banhar os órgãos internos em luz solar, vivificando e renovando todo o sistema. É como abrir as janelas da casa num dia ensolarado. Não torna o ambiente mais agradável?
Clorofila é a fonte primária de alimentação dos animais herbívoros. Observe os cavalos, as vacas e os elefantes que não comem carne, não bebem leite (depois da infância), não comem ovos, não comem soja (naturalmente) nem feijões de qualquer tipo e no entanto apresentam notável corpulência e massa muscular. Comem, e muito, capim. E o que existe no capim? Minerais, aminoácidos e... Clorofila!
Se não como carne, nem soja, nem leite, nem ovos, onde posso conseguir as proteínas que meu corpo necessita?
Aprendemos nas aulas de ciência que as proteínas são compostas por diversos aminoácidos, assim como um jardim é composto de diversas flores. Os aminoácidos são, assim, os precursores das proteínas.
É surpreendente o quanto pouco se conhece o fato de que os verdes figuram entre as melhores e mais completas fontes de aminoácidos biodisponíveis. Isto significa que o consumo de uma quantidade e variedade apropriada de verduras fornece os tijolinhos necessários para a síntese de qualquer proteína que o corpo necessite, sem que para isto seja preciso intoxicar a corrente sanguínea com substâncias impróprias como os antinutrientes da soja, os antibióticos e hormônios artificiais e naturais presentes na carne e no leite e outras muitas substâncias que causam ao organismo dificuldades desnecessárias.

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