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sexta-feira, setembro 16, 2011
Especial "Lehman Brothers e a amnésia neoliberal"
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Boletim Carta Maior - 16 de Setembro de 2011
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No dia 15 de setembro de 2008, estourou a notícia do pedido de falência do quarto maior banco do mundo, o Lehman Brothers. O desabar ruidoso da centenária instituição tornou-se o símbolo e a espoleta de um colapso econômico que se estende até hoje. Três anos depois, tudo se passa como se a maior crise do capitalismo desde 29 não tivesse origem, nem causas. Ou melhor, como se a sua causa fossem Estados fiscalmente destroçados no socorro aos mercados que agora, de própria voz, ou através de seu dispositivo midiático, cobram austeridade, cortes de gastos e juros escorchantes para financiar o déficit público.
O Lehman Brothers e a amnésia neoliberal
No dia 15 de setembro de 2008, estourou a notícia do pedido de falência do quarto maior banco do mundo, o Lehman Brothers. O desabar ruidoso da centenária instituição tornou-se o símbolo e a espoleta de um colapso econômico que se estende até hoje. Três anos depois, tudo se passa como se a maior crise do capitalismo desde 29 não tivesse origem, nem causas. Ou melhor, como se a sua causa fossem Estados fiscalmente destroçados no socorro aos mercados que agora, de própria voz, ou através de seu dispositivo midiático, cobram austeridade, cortes de gastos e juros escorchantes para financiar o déficit público.
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Economia
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14/09/2011
A falência do quarto maior banco dos Estados Unidos
O Lehman Brothers declarou falência nesta segunda-feira, provocando quedas nas bolsas de valores de todo o mundo. Duramente atingido pela crise no mercado imobiliário dos EUA, somente na semana passada, o banco perdeu mais de 77% de seu valor de mercado. Grupo de dez grandes bancos anuncia constituição de fundo de emergência.
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Internacional
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15/09/2008
O resgate de todos os resgates: golpe de Estado cleptocrata nos EUA
O governo dos EUA mudou radicalmente o caráter do capitalismo norte-americano. Trata-se, nem mais nem menos, de um “golpe de Estado” a favor da classe que Franklin Delano Roosevelt chamava de “bancgsters”. O que aconteceu nas últimas semanas pode alterar o curso do século que começa de maneira irreversível. Estamos diante da maior e mais desigual transferência de riqueza desde que se presentearam terras aos barões das ferrovias na era da Guerra Civil. A análise é de Michael Hudson.
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Economia
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22/09/2008
Agora, regulação é apontada como única saída
O ex-presidente Ronald Reagan (na foto com a ex-primeira ministra britânica Margareth Thatcher) eliminou os controles governamentais sobre uma ampla gama de instituições e instrumentos financeiros, em consonância com sua fé no livre mercado. Reagan gostava de ilustrar sua política desreguladora com a frase: "o governo não é a solução, mas sim o problema". Em 1999, a Lei de Modernização de Serviços Financeiros eliminou controles financeiros impostos desde os tempos de Franklin Delano Roosevelt. As conseqüências estão aí.
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Economia
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19/09/2008
Revisitando os 12 passos para o desastre financeiro
Em fevereiro deste ano, o economista Nouriel Roubini escreveu um artigo resumindo como a crise norte-americana iria se tornar mais severa e virulenta, podendo levar a um derretimento dos mercados financeiros e a uma recessão severa. Roubini começou a prever a catástrofe no mercado dos derivativos imobiliários há cerca de quatro anos. Foi chamado de louco e ridicularizado pelos oráculos de Wall Street.
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Economia
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12/10/2008
Como o sistema financeiro mundial criou a dívida
Ao contrário da crença popular, o dinheiro que circula pelo mundo não é criado pelos governos, mas sim pela banca privada em forma de empréstimos, que são a origem da dívida. Este sistema privado de criação de dinheiro tornou-se tão poderoso nos últimos dois séculos que passou a dominar os governos em nível mundial. No entanto, este sistema contém em si próprio a semente da sua destruição e é o que estamos experimentando na crise atual. Dados os seus níveis colossais, trata-se de uma dívida impagável.
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Economia
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31/07/2011
Por que uma nova crise financeira é certa
A regulação se estabelece para assegurar que o sistema funcione adequadamente e para proteger as pessoas contra fraudes. Mas a atividade bancária é mais lucrativa quando não há regras, razão pela qual os líderes do setor e seus grupos de pressão seguem tentando impedir os esforços para introduzir reformas. E, em geral, tem conseguido. Os bancos seguem concedendo hipotecas a pessoas desempregadas com alta possibilidade de inadimplência, da mesma forma que faziam antes da crise. Obama sabe onde está o problema, mas também sabe que não será reeleito sem o apoio de Wall Street. É uma questão tempo até que haja outro crack. O artigo é de Mike Whitney.
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Economia
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14/02/2011
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