sexta-feira, setembro 09, 2011

"EUA têm mais inimigos hoje do que tinham em 2001"

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Boletim Carta Maior - 9 de Setembro de 2011 Ir para o site
 

 
 
Leia nossas páginas especiais:
















 
"EUA têm mais inimigos hoje do que tinham em 2001"
Em entrevista à Carta Maior, François Bernard Huyghe, professor de Ciências Políticas e pesquisador no Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas (IRIS), analisa os dez anos transcorridos desde os atentados de 11 de setembro de 2001. Autor de vários ensaios sobre o terrorismo, o especialista francês destaca a relação entre mídia e terror, a permanência da ideologia conservadora nos EUA e o erro estratégico que Washington cometeu ao responder ao terror com um terrorismo de Estado.
> LEIA MAIS | Internacional | 08/09/2011
 
“Washington promoveu uma Operação Condor mundial”
Nos 10 anos transcorridos desde os atentados do 11 de setembro, Washington desencadeou uma “Operação Condor estadunidense” em escala global, promovendo guerras contra vários países, supressão da dissidência interna, espionagem doméstica e anulação de garantias constitucionais, liberdades civis e direitos humanos. A avaliação é do advogado constitucionalista Michael Ratner, presidente do Centro para Direitos Constitucionais (CCR). "Os EUA mudaram de uma maneira fundamental desde o 11 de setembro", diz.
> LEIA MAIS | Internacional | 08/09/2011
• Luis Hernández Navarro: Dois 11 de setembro
• Flávio Aguiar: O Cinco e o Onze de Setembro nos EUA
• Emir Sader: A guerra ao terror, dez anos depois
• Cristina Pecequilo: O 11 de setembro, 2001, 2011 e muitos outros
• Moniz Bandeira: A CIA se tornou uma organização paramilitar
 
A conexão alemã do 11 de Setembro
Os homens que praticaram o 11 de Setembro formavam o que veio a ser conhecido como "A célula de Hamburgo", que se estabeleceu nessa cidade do norte da Alemanha de 1998 a 1999. Eram todos jovens, estudavam na maioria, e alguns tiveram bolsas de estudo nos EUA. O seu líder era o egípcio Mohammed Atta – o piloto que jogou o avião contra a Torre Norte do World Trade Center. O artigo é de Flávio Aguiar, direto de Berlim
> LEIA MAIS | Internacional | 08/09/2011
 
Anotações sobre um domingo e a memória de dois setembros
Dez anos depois de 2001, o dia onze de setembro cai num domingo. Naquele ano, caiu numa terça-feira. Trinta e oito anos depois de 1973, o dia onze de setembro cai num domingo. Naquele ano, caiu numa terça-feira. Trágica coincidência. Trago comigo nítidas, na memória, as imagens dessas duas terças-feiras de setembro. O artigo é de Eric Nepomuceno
> LEIA MAIS | Internacional | 08/09/2011
 
Alvo de dois manifestos, política cultural de Dilma está em xeque
Há apenas nove meses no cargo, ministra da Cultura, Ana de Hollanda, tem sido contestada por militantes que reclamam de suposta ruptura com legado de antecessores lulistas. Para ativistas, faltam diálogo e visão abrangente de cultura. Depois de manifesto em abril, nova carta aberta fala em "crise". Reivindicações coincidem com propostas aprovadas em Congresso petista.
> LEIA MAIS | Política | 08/09/2011
 
Em duas décadas, Constituição produz 'municipalização' do Estado
Proteção social criada em 1988 leva setor público cada vez mais para dentro do país e para perto do cidadão. Prefeituras transformam-se nos principais patrões públicos e já empregam mais de 50% dos servidores. Municipalização não evita, porém, que funcionalismo perca espaço no mercado de trabalho. Alta do PIB estimulou seis vezes mais contratações privadas desde 2003.
> LEIA MAIS | Política | 08/09/2011
 
 
A aventura dos que lutam contra o terrorismo nos EUA
A mídia brasileira se sente incomodada diante do novo livro de Fernando Morais, "Os últimos soldados da guerra fria", e trata de calar sobre ele. Uma que outra nota apenas não impede que o livro salte para os primeiros lugares nas listas do mais vendidos. Uma leitura obrigatória para entender como os EUA tratam de manter a guerra fria nas suas relações com Cuba. - 08/09/2011

 
Colunistas
 
Christian Ingo Lenz Dunker
11 de Setembro: o império da angústia
O que vimos a partir de 11 de setembro de 2001 foi a destruição de um sistema, antes relativamente estável, composto de três relações: guerra e política, segurança e consumo, medo e desamparo. Freud tem uma alternativa para situações nas quais não vigora nem a presença do objeto, como no medo, nem a ausência do objeto, como no desamparo: trata-se da angústia. - 08/09/2011
 
Paulo Kliass
A taxa de juros e o bode na sala (*)
É importante reconhecer que a decisão de Dilma muda uma tendência anterior. Mas, por enquanto, não muito mais do que isso. Há bastante espaço e urgência para avançar na redução da taxa SELIC. E as decisões dessa natureza têm que ser impactantes, caso contrário perder-se-ão nas contas das planilhas dos operadores das instituições financeiras. - 08/09/2011
 
Venício Lima
A estratégia do medo
Atos de terror se transformaram em ações grandiosas e espetaculares que atraem a cobertura da grande mídia. Há autores, inclusive, que falam na existência de uma simbiose: se o terror precisa da mídia para divulgar sua mensagem de violência e medo, os terroristas proporcionam o espetáculo do qual a mídia comercial se alimenta. - 07/09/2011
 
José Roberto Torero
O replay, a Fifa e Jaqueline Roriz
Ficou célebre a frase dita por Nelson Rodrigues a Armando Nogueira num programa de tevê, quando Armando pediu a repetição de um lance para mostrar que um gol do Fluminense havia sido ilegal. “O videoteipe é burro”, disse Nelson, com seu amor pelos paradoxos. Na verdade, burro hoje em dia é quem não usa o replay. Ou seja, a Fifa e o Congresso Nacional. - 06/09/2011

 
Em Destaque
 

O problema "Wall Street" do Brasil
O Brasil tem um problema estrutural que é similar a um dos maiores problemas existentes nos EUA: o setor financeiro é demasiado grande e tem um poder excessivo. Como esse setor não tem muito interesse no crescimento e desenvolvimento – está muito mais obcecado por seus próprios lucros e por minimizar a inflação – seu controle sobre o Banco Central e a política macroeconômica impede o Brasil de realizar seu potencial. O artigo é de Mark Weisbrot. - 07/09/2011
 

BC justifica corte do juro, sugere repetição, mas volta a temer salário
Ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que cortou taxa de juros em meio ponto percentual, diz nesta quinta-feira (08) que crise econômica global e aumento do superávit primário do governo justificam decisão. Mas volta a mostrar preocupação com aumentos salariais, que seria um "risco muito importante" para o controle dos preços. - 08/09/2011
 

 


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