sábado, setembro 10, 2011

Leia a Página Especial "Os dois 11 de setembro"

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Boletim Carta Maior - 10 de Setembro de 2011 Ir para o site
 

 



 
A matemática macabra do 11 de setembro
A resposta dos EUA ao ataque contra o World Trade Center engendrou duas novas guerras e uma contabilidade macabra. Para vingar as mais de 2.900 vítimas do ataque, algumas centenas de milhares de pessoas foram mortas. Para cada vítima do 11 de setembro, algumas dezenas (na estatística mais conservadora) ou centenas de pessoas perderam suas vidas. Mas essa história não se resume a mortes. A invasão do Iraque rendeu bilhões de dólares a empresas norteamericanas. Essa matemática macabra aparece também no 11 de setembro de 1973. O golpe de Pinochet provocou 40 mil vítimas e gordos lucros para os amigos do ditador e para ele próprio: US$ 27 milhões, só em contas secretas.
> LEIA MAIS | Internacional | 09/09/2011
 
"EUA têm mais inimigos hoje do que tinham em 2001"
Em entrevista à Carta Maior, François Bernard Huyghe, professor de Ciências Políticas e pesquisador no Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas (IRIS), analisa os dez anos transcorridos desde os atentados de 11 de setembro de 2001. Autor de vários ensaios sobre o terrorismo, o especialista francês destaca a relação entre mídia e terror, a permanência da ideologia conservadora nos EUA e o erro estratégico que Washington cometeu ao responder ao terror com um terrorismo de Estado.
> LEIA MAIS | Internacional | 08/09/2011
 
“Washington promoveu uma Operação Condor mundial”
Nos 10 anos transcorridos desde os atentados do 11 de setembro, Washington desencadeou uma “Operação Condor estadunidense” em escala global, promovendo guerras contra vários países, supressão da dissidência interna, espionagem doméstica e anulação de garantias constitucionais, liberdades civis e direitos humanos. A avaliação é do advogado constitucionalista Michael Ratner, presidente do Centro para Direitos Constitucionais (CCR). "Os EUA mudaram de uma maneira fundamental desde o 11 de setembro", diz.
> LEIA MAIS | Internacional | 08/09/2011
 
Luis Hernández Navarro: Dois 11 de setembro
No dia 11 de setembro de 1973 um golpe militar derrubou no Chile o governo do socialista Salvador Allende. A partir desse momento, com o apoio dos EUA, caiu sobre a América Latina a noite das ditaduras. O 11 de setembro de 2001, o ataque às Torres Gêmeas em Nova York serviu como pretexto para que o governo de George W. Bush fizesse da guerra contra o terrorismo o instrumento principal para instaurar um novo poder global. Ironias da história, dois 11 de setembro depois, o legado de Salvador Allende na região está mais vivo do que nunca. O artigo é de Luis Hernández Navarro.
> LEIA MAIS | Internacional | 07/09/2011
 
O Cinco e o Onze de Setembro nos EUA
Em meio ao desemprego e à crise econômica, os norte-americanos celebraram na última segunda-feira (5) o Dia do Trabalho. No próximo domingo (11), será a vez do aniversário de dez anos dos atentados às Torres Gêmeas. A semana nos EUA está dominada pelo pêndulo entre essas duas comemorações, ambas signos de duas tragédias da história recente do país. O artigo é de Flávio Aguiar
> LEIA MAIS | Internacional | 07/09/2011
 
Venício Lima
A estratégia do medo
Atos de terror se transformaram em ações grandiosas e espetaculares que atraem a cobertura da grande mídia. Há autores, inclusive, que falam na existência de uma simbiose: se o terror precisa da mídia para divulgar sua mensagem de violência e medo, os terroristas proporcionam o espetáculo do qual a mídia comercial se alimenta.
> LEIA MAIS | 07/09/2011
 
O 11 de setembro: 2001, 2011 e muitos outros
Sem Bin Laden, estes serão dez anos de homenagens aqueles que sucumbiram, e irão sucumbir, aos efeitos do 11 de setembro e a sua instrumentalização como motivador de políticas de combate ao terror, da guerra contra o “outro", dentro e fora dos EUA. Porém, dez anos sem celebração de qualquer tipo de vitória, independente do que se pense sobre a hegemonia ou de seus atos: da América ao mundo, não podemos abdicar de nossa lucidez, ainda que todos tenhamos perdido um pouco de nossa humanidade naquela manhã de setembro. O artigo é de Cristina Soreanu Pecequilo.
> LEIA MAIS | Internacional | 06/09/2011
 
"A CIA se converteu em uma organização paramilitar"
Em entrevista à Carta Maior, o historiador e cientista político Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira aponta a ação clandestina de forças especiais dos Estados Unidos, Inglaterra e França nos conflitos da Líbia e Síria e critica a política externa do governo Barack Obama que usa os direitos humanos para justificar intervenções em qualquer parte do mundo. "A CIA mais e mais se torna uma força paramilitar, deixando de ser uma agência de espionagem e coleta de inteligência. Os drones, aviões sem pilotos, teleguiados pela CIA, já mataram, desde 2001, mais de 2.000 supostos militantes e civis em vários países", afirma Moniz Bandeira.
> LEIA MAIS | Internacional | 06/09/2011
 
A conexão alemã do 11 de Setembro
Os homens que praticaram o 11 de Setembro formavam o que veio a ser conhecido como "A célula de Hamburgo", que se estabeleceu nessa cidade do norte da Alemanha de 1998 a 1999. Eram todos jovens, estudavam na maioria, e alguns tiveram bolsas de estudo nos EUA. O seu líder era o egípcio Mohammed Atta – o piloto que jogou o avião contra a Torre Norte do World Trade Center. O artigo é de Flávio Aguiar, direto de Berlim
> LEIA MAIS | Internacional | 08/09/2011
 
Christian Ingo Lenz Dunker
11 de Setembro: o império da angústia
O que vimos a partir de 11 de setembro de 2001 foi a destruição de um sistema, antes relativamente estável, composto de três relações: guerra e política, segurança e consumo, medo e desamparo. Freud tem uma alternativa para situações nas quais não vigora nem a presença do objeto, como no medo, nem a ausência do objeto, como no desamparo: trata-se da angústia.
> LEIA MAIS | 08/09/2011
   
 

 


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