sábado, setembro 03, 2011

Newsletter da Saúde


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Newsletter da Saúde


Exercicios de alongamento no trabalho. E não se estresse!
Posted: 02 Sep 2011 04:19 AM PDT
Começar bem o dia faz toda a diferença na rotina - e ajuda a amenizar aquela vontade de pular no pescoço do chefe em pleno acesso de raiva. Assim, ao chegar ao escritório, reserve alguns minutinhos para realizar uma série de alongamento express. Pode apostar que vai iniciar a jornada mais disposta e revigorada. São apenas seis exercícios, que você também deve fazer ao final do expediente, para soltar os pontos mais tensionados e doloridos. Além das emoções, a má postura e a repetição de movimentos têm uma parcela de culpa quando aparece uma dor nas costas, no pescoço ou nos ombros - regiões campeãs no acúmulo de tensão.

Pescoço
Coloque a mão direita sobre o lado esquerdo da cabeça. Puxe a cabeça para o lado direito, como se fosse encostar a orelha no ombro. Alongue o outro lado mantendo o ombro esquerdo relaxado e para baixo. Em seguida, repita com o outro lado.
Ombro
Estenda o braço esquerdo e eleve-o na altura do ombro. Segure o cotovelo esquerdo com a mão direita e puxe o braço para o lado direito levando o cotovelo esquerdo em direção ao ombro direito. Em seguida, repita com o outro lado.
Peito, braços e ombros
Com as costas retas e apoiadas no encosto, leve os braços para trás. Entrelace os dedos e estenda bem os braços, afastando-os do encosto o máximo que conseguir.
Glúteos
Com as costas retas, cruze a perna direita sobre a esquerda. Entrelace os dedos e puxe o joelho direito em direção ao tronco, sem tirar as costas do encosto. Em seguida, repita com o outro lado.
Coluna Lombar
Com as costas retas, abaixe o tronco levando o peito em direção às coxas. Empurre o umbigo em direção às costas e abrace as coxas colocando as mãos por trás dos joelhos. Deixe os pés bem firmes no chão e relaxe a cabeça.
Posterior de Coxa
Com as costas bem apoiadas no encosto, eleve a perna esquerda estendida, sem travar o joelho. Mantenha a ponta do pé apontada para cima. Em seguida, repita com o outro lado.




Posted: 02 Sep 2011 04:09 AM PDT
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O halter é mais do que um instrumento em prol do vigor e da beleza. Peça básica das academias, ele também dá uma força e tanto para domar o mal que eleva a glicose na circulação. É o que comprova um trabalho da Universidade do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos. Lá, cientistas separaram 262 diabéticos do tipo 2 em dois grupos: um se concentrava nas práticas aeróbicas, como a corrida; já outro aliava as passadas a exercícios anaeróbicos — a famosa musculação. Após nove meses, os pesquisadores averiguaram o índice de açúcar dos últimos 90 dias. Entre os que adotaram a combinação, houve uma redução de quase 7% nesses níveis, o dobro em relação à outra turma. "Estudos feitos com remédios mostram diminuição semelhante", diz Carlos Eduardo Barra Couri, endocrinologista da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, no interior do estado.

Além disso, o aumento no uso de medicamentos ficou em torno de 18% nos participantes que fizeram o treino duplo, contra 22% em quem se limitou às pedaladas. "Aparentemente, atividades aeróbicas e resistidas são complementares, porque mexem com mecanismos diferentes no corpo", ressalta o fisiologista Timothy Church, que assina o estudo. Na hora de tirar um peso do chão, a via utilizada pelo organismo para conseguir energia é diferente da empregada em uma caminhada. "A atividade anaeróbica tende a usar glicose, enquanto a aeróbica se vale, dependendo da duração, mais da gordura", esclarece o educador físico William Komatsu, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.

Não custa reforçar: é a mistura entre supino e esteira que traz melhores resultados. Isso porque, se por um lado erguer barras pesadas torra glicose aos montes, são as passadas largas e rápidas que diminuem a barriga. "E o acúmulo de gordura na região abdominal prejudica o trabalho da insulina", explica Marisa Passarelli, fisiologista do Laboratório de Lípides da USP. Se esse hormônio não funciona corretamente, a glicose fica fora das células e, logo, sobra nas artérias. Mais do que esvaziar os pneus da cintura, esportes como a natação condicionam o sistema cardiovascular. Isso, além de facilitar o trabalho da insulina, serve como proteção contra infartos e afins. "Problemas no coração são, disparado, a principal causa de morte entre diabéticos", reforça Nabil Ghorayeb, médico do esporte e cardiologista do Hospital do Coração, na capital paulista.

Para se valer dos benefícios dessa união, no entanto, é importante visitar a sala de ginástica com frequência. Em contrapartida, exagerar na malhação é um tiro pela culatra (saiba o porquê no quadro acima, à esquerda), especialmente para quem tem diabete e, portanto, necessita de cuidados antes de pôr o calçado esportivo. Um deles, aliás, é usar tênis adequados e meias para evitar feridas nos pés que podem passar despercebidas e, então, culminar em problemões (observe na lista ao lado outras medidas essenciais). Desde que tudo esteja em ordem, tenha certeza: qualquer academia é bem-vinda aos diabéticos em busca de uma vida saudável.

NADA DE EXCESSOS!
Os níveis de açúcar de quem não maneira na atividade física ficam instáveis. Em alguns casos, caem drasticamente, gerando hipoglicemia. Em outros, são catapultados. "A sobrecarga pode aumentar a presença de hormônios como a adrenalina, que estimulam a descarga de glicose na circulação", atesta William Komatsu, da Unifesp. Esse quadro, se mantido por muito tempo, afeta os vasos sanguíneos.

CHECKLIST DO DIABÉTICO
›› Fazer testes ergométricos regularmente
›› Medir a glicose antes, ao longo e depois da atividade
›› Realizar exames oftalmológicos
›› Não se exercitar com glicemia acima de 250 mg/dL
›› Andar com identificação de diabético
›› Coordenar, com o médico, o uso dos medicamentos
›› Fazer uma avaliação cardiológica completa
›› Levar sachê de açúcar líquido para eventual hipoglicemia

Fonte: Revista Saúde é Vital





Posted: 02 Sep 2011 02:00 AM PDT
A paralisia facial é o acometimento total ou parcial dos músculos de uma hemiface. Tem etiologias, características, formas de aparecimento e tempo de recuperação completamente diferentes.
Geralmente unilateral, paralisia facial é uma ausência, ou diminuição importante, dos movimentos faciais, causada por uma lesão do nervo facial. Este é o nervo do corpo mais freqüentemente paralisado, e também o mais visível.
Alguns dos sintomas iniciais podem incluir sensação de dormência ou fraqueza, sensação de pressão ou inchaço do lado afetado, mudanças no paladar, intolerância a barulhos, olho ressecado e algumas vezes dor ao redor, ou no próprio, ouvido. Algumas das causas da paralisia facial são:
Trauma – acidentes, batidas no lado da cabeça ou face.
Tumores – tanto benigno (neuroma acústico) quanto maligno (tumor cerebral)
Congênito – presente ao nascimento
Infeccioso – Paralisia de Bell, Sindrome de Ramsay Hunt (Herpes Zoster)
Neste caso estamos tratando especificamente de paralisia facial tumoral que acontece como conseqüência de uma agressão (lesão ou manipulação) do nervo facial no seu trajeto intra ou extracraniano, em diferentes níveis, nas cirurgias de extirpação de tumores entre outras.
O nervo facial e seus ramos são responsáveis pôr suprir impulsos nervosos para aproximadamente 80 músculos faciais organizados em quatro camadas que controlam os movimentos faciais. Os aspectos mais importantes a ser considerados em relação aos movimentos faciais seriam a espontaneidade de movimentos e a simetria.
Testes podem ser utilizados para auxiliar o diagnóstico e o tratamento do paciente. Esses testes podem incluir eletroneurografia (ENOG), audiometria, tomografia computadorizada, ressonância magnética com contraste e ainda exames de sangue para verificar se a causa está ligada a varicela zoster ou herpes simples.
Em alguns casos, cirurgia para descomprimir o nervo ou fazer um enxerto com outro nervo do corpo pode ser indicada.
Para o paciente as queixas principais estão relacionadas à dificuldade em fechar os olhos e impossibilidade de sorrir. Outros sintomas referidos comumente incluem diminuição ou alteração no sabor, vertigem, pequenas feridas ao redor da orelha, dor ou desconforto, sinusite, dor de cabeça, amortecimento da língua, sensibilidade a barulho, ressecamento de olho, lagrimas em excesso, e dificuldade para mastigar.
Os cuidados prestados à pessoa acometida pela paralisia facial são dados através de diferentes formas de tratamento:
Clínico: Avaliação médica, exames e medicamentos.
Cirúrgico: (Intervenção cirúrgica) quando necessário será indicada pelo médico.
Fisioterapêutico: A reeducação das faces paralisadas é importante em todas as etapas da paralisia facial. Nos casos pós cirurgicos como a descompressão do nervo, retirada de tumores, enxertos autógenos do nervo ou anastomose hipoglosso-facial, a fisisoterapia deve começar o mais precocemente possível, depois do paciente ter tido alta do médico cirúrgião.


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