Newsletter da Saúde |
- Empinar o bumbum traz dor na coluna
- Artroplastia de Quadril
- Tratamento de uma entorse
- FisioImagens #7
Posted: 07 Sep 2011 10:31 PM PDT O bumbum durinho e empinado é sonho de consumo de muitas mulheres. Para isso, há quem malhe sem dó a região. Até aí, tudo bem, desde que os exercícios sejam bem orientados. Glúteos torneados ou avantajados não representam problemas – o perigo está em forçar a região lombar para dar aquela realçada nas curvas. Por isso, mulheres como as dançarinas Andressa Soares (a Mulher Melancia) e Renata Frisson (a Mulher Melão) devem ter cuidado tanto com a malhação em excesso (que pode levar à síndrome do bumbum sarado) como com a postura no dia a dia. A curvatura na região lombar, chamada de lordose, é normal e todo mundo a tem. "O homem ganhou curvas nas regiões cervical, torácica e lombar quando saiu da condição de quadrúpede e virou bípede", explica o médico Rogério Teixeira, ortopedista da unidade Morumbi do Hospital São Luiz, em São Paulo. Mas quando esse ângulo é muito acentuado, você sai do eixo e passa a ter hiperlordose, que pode trazer sérios problemas à coluna. Lidando com a dor lombar "Toda vez que você exacerba a curva lombar, diminui o espaço entre as vértebras. Isso aumenta as chances de dores nas costas, dor no nervo ciático e até hérnia de disco", alerta o fisioterapeuta Carlos Wiering, especialista em RPG, ergonomia e esporte, de São Paulo. E além de problemas físicos, o ato de empinar o bumbum pode trazer problemas estéticos. "Quanto maior a hiperlordose, mais difícil fica de 'encaixar' o abdome, daí que a barriga fica saliente. Tudo o que é forçado pode parecer 'propaganda enganosa'. O melhor é melhorar o volume glúteo com um treino bem feito e não usar a lombar para isso", argumenta Wiering. "O uso constante de salto alto e a gestação também podem provocar hiperlordose, porque mudam o centro de gravidade da mulher, forçando a região lombar. Assim como exercícios em excesso, que podem desequilibrar a musculatura da área", ressalta Teixeira. O tratamento da hiperlordose passa pelo reequilíbrio postural. "Em casos mais simples, podem ser recomendados exercícios abdominais e de alongamento da lombar", diz Wiering. Reforço muscular, exercícios de fisioterapia, RPG e Pilates também estão na lista de indicações. Para voltar ao alinhamento correto e estabilizar o paciente, o tratamento prevê entre 25 e 35 sessões. "Em cada sessão a pessoa ganha mais alinhamento e a postura vai ficando melhor. Mas se ela voltar aos maus hábitos, o problema pode reaparecer", finaliza o fisioterapeuta. Por Yara Achôa, iG |
Posted: 07 Sep 2011 10:21 PM PDT Artroplastia ou Prótese Total do Quadril se caracteriza pela substituição ou troca da articulação do quadril. Esta cirurgia foi idealizada por ortopedistas para restabelecer a função da articulação coxo-femoral. Muitas doenças acometem esta articulação, sendo que as mais importantes são: Artrose de Quadril e Fraturas do Colo do Fêmur. As primeiras próteses idealizadas foram confeccionadas com materiais que tinham pouca bio-compatibilidade. Entre eles podemos citar o ouro, acrílico, vidro, baquelite, etc. As próteses atuais são feitas de materiais totalmente bio-compatíveis. Os mais empregados são: polietileno de alta densidade, cobalto, cromo-titânio, polimetilmetacrilato. Existem vários tipos de prótese de quadril. A indicação de usar uma ou outra prótese depende da idade do paciente, do tipo de doença, da qualidade do osso e da experiência do cirurgião. Tipos de Prótese: . Prótese cimentada . Prótese não-cimentada . Prótese Híbrida . Prótese Cefálica uni-polar . Prótese Cefálica bi-polar . Endo-prótese . Prótese em Copa A prótese cimentada é aquela em que usa-se cimento ósseo para fixar o componente acetabular na bacia e a parte femoral no fêmur. A mais utilizada é a prótese de Charnley. O acetábulo é confeccionado com polietileno de alta densidade (tipo especial de plástico) e a parte femoral é feita de liga metálica cobalto-cromo-titânio. Normalmente usamos esta prótese em pacientes com idade mais avançada. A prótese não-cimentada é aquela em que fixamos suas partes (acetábulo e componente femoral) diretamente na superfície óssea, sem a utilização de cimento. Este tipo é indicado para pessoas mais jovens, com boa qualidade óssea. Na prótese híbrida, o componente acetabular é fixado à bacia através de parafusos, sendo o componente femoral fixado com cimento ao fêmur. É usada em pacientes com até 75 anos de idade. As próteses uni e bi-polares são utilizadas em pacientes idosos, com fratura do colo do fêmur e que necessitam sair do leito o mais precoce possível. As endo-próteses são utilizadas para a substituição de grandes segmentos ósseos, como no caso de um tumor que comprometa a parte superior do fêmur. As próteses em copa estão em desuso, sendo utilizadas eventualmente em pacientes com fratura de acetábulo em péssimas condições de saúde, pois uma prótese total necessita de maior tempo cirúrgico e anestésico, dificilmente suportado por esse tipo de paciente. Para a realização da cirurgia de prótese, o paciente deve estar hospitalizado e ter uma série de exames complementares. O ato cirúrgico é realizado em ambiente totalmente estéril e com equipe cirúrgica bem treinada. Normalmente esta cirurgia dura 3 horas. Após a cirurgia, o paciente deverá permanecer na Unidade de Tratamento Intensivo - U.T.I. - durante 24 horas. Os cuidados após a cirurgia são muito importantes. Dependendo do tipo de prótese, o paciente deverá ficar até 45 dias sem apoiar o membro operado. |
Posted: 07 Sep 2011 11:24 AM PDT A principal medida terapêutica consiste em manter a articulação afetada em repouso, de preferência absoluto para favorecer a rápida cicatrização e a recuperação dos tecidos lesionados. A redução da dor e da inflamação passa pela administração de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos comuns, além de aplicação de crioterapia. Embora nos casos menos graves não seja necessário, nos restantes deve-se proceder à imobilização da articulação com a aplicação de talas ou até mesmo gesso, em caso de entorse do tornozelo, de modo a garantir o repouso permanente da articulação lesionada. A imobilização costuma durar entre uma a duas semanas, por vezes mais do que um mês, de acordo com a colocação do gesso e a gravidade ou localização da entorse. Depois de solucionada a fase aguda e o consequente desaparecimento da inflamação e da dor, deve-se realizar movimentos com a articulação, de modo a prevenir uma eventual rigidez. Durante o período de recuperação também é extremamente útil a fisioterapia e todo os recursos que possam ser utiliados tais como as massagens e a aplicação de ultra-som, raios infravermelhos, correntes elétricas e outros procedimentos que favoreçam a reabsorção dos hematomas e a cicatrização dos ligamentos lesionados. É igualmente aconselhável a realização de exercícios específicos de reabilitação, efetuados de forma gradual e progressiva, segundo as indicações do fisioterapeuta, com o intuito de fortalecer a musculatura da zona afetada, para recuperar a total funcionalidade da articulação e, sobretudo, para prevenir recaídas. Se ocorrer uma situação muito mais grave, como é o caso da ruptura de ligamentos, pode ser necessário efetuar uma intervenção cirúrgica para se proceder à reparação dos tecidos. Caso a lesão não seja adequadamente curada, devido à falta de tratamento, proporcionando o aparecimento de cicatrizes e aderências que provocam uma dor intensa e perturbam a funcionalidade da articulação, deve-se igualmente recorrer à cirurgia. Leve a entorse a sério e faça o tratamento adequando. |
Posted: 07 Sep 2011 08:20 AM PDT ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Quem é que não tem foto com aquele paciente que tanto evoluiu no tratamento? Quem não tem foto daquele paciente, que de tão querido, se tornou um amigo pra vida toda? A Fisioterapia produz lindas imagens. Quer compartilhar? Envie para gente! Email: facafisioterapia@gmail.com |
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