terça-feira, maio 10, 2011

Mudanças no cenário do cybercrime até 2020 - novo-MUNDO

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Mudanças no cenário do cybercrime até 2020

Posted: 10 May 2011 07:19 AM PDT


Lembram 1999? A preocupação da mídia era o bug do milênio, e a maioria da população certamente não tinha interesse nas coisas ligadas a internet e computadores. Em 10 anos o cenário mudou completamente. Hoje a sua vizinha, a sua mãe, e até seu cachorro tem perfil no Facebook, usam Twitter, fazem compras pela internet e acessam diferentes serviços.

Com tanta gente circulando no mundo virtual, é natural que aqueles com aspiração para o crime foquem seus esforços por lá. E nos próximos anos o crime na internet sofrerá uma transformação absoluta. Chegaremos a 2020 com um outro cenário, no qual as ações no virtual e real não serão tão diferentes em seus resultados e consequencias.

Para quem gosta de futuro, é um prato cheio.

*O artigo abaixo é um press release da Kaspersky Lab que recebo de vez em quando no email. Como gostei bastante deste em particular, resolvi publicar na íntegra para vocês.

São Paulo, 10 de maio de 2011 – A Kaspersky Lab, líder no desenvolvimento de conteúdo seguro e soluções de gestão de ameaças, apresenta previsões sobre os perigos digitais para o período entre 2011 e 2020. A análise foi baseada nas principais mudanças e desafios ocorridos na área da segurança da informação durante a última década, principalmente com relação ao impacto que as tecnologias de última geração provocaram no desenvolvimento dos novos computadores pessoais, telefones móveis e sistemas operacionais.

De acordo com os especialistas da empresa, as tendências mais importantes dos últimos dez anos (2001-2010) foram:

  • Mobilidade e miniaturização, dispositivos cada vez menores com acesso à internet, tornando as redes wireless o método mais popular de conexão.
  • Transformação no desenvolvimento de vírus para o crime cibernético.
  • Liderança do sistema operacional Windows nos computadores pessoais.
  • Intensa concorrência no mercado de plataformas móveis sem uma liderança definida.
  • Redes sociais e mecanismos de busca se tornaram os principais serviços online da atualidade.
  • O mercado de compras pela internet gera receitas que ultrapassam o orçamento anual de alguns países.

A principal mudança que ocorrerá na próxima década será o fim do domínio do Windows no mercado voltado ao uso pessoal. Mesmo com a prevalência dessa plataforma no segmento corporativo, os consumidores terão contato com uma variedade cada vez maior de sistemas operacionais alternativos. É interessante ressaltar que até agora o número de dispositivos com acesso à internet, que englobam a plataforma Windows, é quase o mesmo que os equipamentos integrados à outros sistemas e, ocasionalmente, pode ser superior à quantidade de produtos com o padrão Microsoft.

A variedade de novos sistemas operacionais afetará ainda o processo de criação de ameaças, pois os cibercriminosos não serão capazes de desenvolver códigos mal-intencionados para um grande número de plataformas. Com isso, eles terão duas opções: atacar múltiplos sistemas operacionais e ter o controle de diversos dispositivos ou especializar-se em afetar os sistemas Windows nas empresas. Para a Kaspersky, a segunda opção provavelmente será a mais atraente, pois, até 2020, os ataques direcionados aos usuários se tornarão cada vez mais complexos devido a padronização dos sistemas de proteção de pagamentos eletrônicos e serviços bancários online e pela adoção da identificação biométrica.

Essas mudanças afetarão as técnicas de criação de vírus à medida que os sistemas operacionais evoluírem. Muitos criminosos cibernéticos que atacavam o Windows terão que se tornar adeptos a explorar os sistemas de última geração para manter "seu lugar ao sol". Para isso, eles precisarão solicitar a ajuda dos desenvolvedores mais jovens, capazes de criar códigos mal-intencionados para as novas plataformas. No entanto, essa situação não irá continuar para sempre e ela deve se desenvolver até chegar a uma "guerra" entre os diferentes hackers e grupos de hackers.

Em 2020, os cibercrimes, provavelmente, serão divididos em dois grupos. Um grupo será especializado em ataques às empresas, às vezes sob encomenda. As espionagens comerciais, roubos de bancos de dados e ataques à reputação organizacional terão uma alta no mercado negro. Os hackers e os especialistas da área de TI entrarão em confronto no campo de batalha virtual. As agências federais de combate ao crime cibernético deverão se envolver no processo e terão que lidar, principalmente, com plataformas Windows e com as mais recentes versões dos tradicionais sistemas *nix.

Já o segundo grupo se especializará nos ataques que impactam a vida diária das pessoas comuns, como transporte público e outros serviços. O sustento dessa nova geração de hackers terá como foco a exploração desses sistemas para livre utilização, além de remover e alterar dados pessoais de outros usuários para proveito próprio.

A tendência de uso da internet sendo um recurso popular de comunicação, entretenimento, notícias e como uma ferramenta especialmente projetada para o comércio virtual e pagamentos online deve continuar aumentando. A "base de usuários online" se expandirá sustentada pelos dispositivos móveis e inteligentes, capazes de usar a rede para trocar e transferir informações sem a necessidade de intervenção humana.

As Botnets (redes zumbis), uma das mais potentes ameaças da área de TI atualmente, evoluirão drasticamente.  Elas incorporarão, cada vez mais, dispositivos móveis baseados na internet, fazendo com que os computadores zumbis que conhecemos atualmente tornem-se coisas do passado.

A convergência afetará ainda as ferramentas e tecnologias de comunicação resultando em um grande aumento das taxas de transferência de dados e aperfeiçoando a comunicação virtual para muito próxima da vida real. Até 2020, a comunicação via internet por meio de teclados só existirá em filmes antigos, obrigando a criação de novas maneiras para disseminar mensagens indesejadas (spam) para endereços no mundo inteiro. O primeiro passo será os alvos dos spams, que deixarão de ser os desktops e passarão para os dispositivos móveis. O volume de spam móvel crescerá drasticamente, enquanto o custo das comunicações web encolherá, devido ao desenvolvimento intensivo de sistemas de comunicação celular.  Consequentemente, os usuários se preocuparão menos com as ameaças por meio do recebimento de material promocional indesejado.

O velho ditado "Conhecimento é poder" será mais importante do que nunca. A guerra pelos meios de coleta, gestão, armazenamento e uso de informações sobre tudo e todos, definirá a natureza das ameaças na próxima década, tornando a proteção da privacidade um dos principais temas da década.

Sobre a Kaspersky Lab

A Kaspersky Lab é a maior empresa privada de segurança da internet, fornecendo proteção contra todos os tipos de ameaça de TI, como vírus, spywares, hackers, spams entre outros. Os seus produtos proporcionam mais defesa para usuários domésticos, PMEs, grandes empresas e internet móvel; protegendo mais de 300 milhões de sistemas ao redor do mundo.

A tecnologia Kaspersky também é incorporada dentro dos produtos e serviços de aproximadamente 100 indústrias líderes de TI, redes, comunicações e fornecedores de aplicativos. Mais detalhes sobre a empresa estão disponíveis em http://brazil.kaspersky.com/. Siga a @Kaspersky no Twitter e no Facebook www.facebook.com/KasperskyLabAmericas.

Veja também:

  1. Temas para Windows XP: Vista Live Green
  2. Mudanças no novo-MUNDO
  3. O cenário também é a mensagem

Apple e seus produtos deliciosos, servidos com sangue de chineses

Posted: 10 May 2011 05:15 AM PDT


Trecho do texto do Tecnoblog no post “Funcionários da Foxconn na China têm que assinar ‘cláusula de não suicídio’

Segundo dados da publicação, a prática foi descoberta pelo Sacom (Centro de Pesquisas sobre Empresas Multinacionais e Estudantes Contra o Mal Comportamento Corporativo, sediado em Hong Kong) que depois de uma investigação diz ter se deparado com "condições terríveis" de trabalho, como "humilhações públicas", falta de proteções contra químicos e jornadas semanais de 80 a 100 horas de trabalho, sem parada para refeições.

A Sacom diz que a "Foxconn falhou em suas promessas de melhorar as condições para os trabalhadores" e diz que a planta de Chengdu, que produz apenas aparelhos para a Apple, "é a mais problemática".

Você que compra Apple financia o sofrimento de milhares de empregados chineses.

A Foxconn já anunciou que vai montar iPad no Brasil, em Jundiaí. Vai ter iPad na versão sangue de brasileiro.

Veja também:

  1. Sangue jorra do chão no Jardim Bizarro
  2. Como a Apple comprou minha alma
  3. Como tornar um iPad util? VELCRO!

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