quarta-feira, junho 08, 2011

A crise européia e o “moinho satânico” do capitalismo global

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Boletim Carta Maior - 8 de Junho de 2011 Ir para o site
 

 
 
Leia nossas páginas especiais:
















 
A crise européia e o “moinho satânico” do capitalismo global
A crise européia é não apenas uma crise da economia e da política nos países europeus, mas também – e principalmente - uma crise ideológica que decorre não apenas da falência política dos partidos socialistas em resistir à lógica dos mercados financeiros, mas também da incapacidade das pessoas comuns e dos movimentos sociais de jovens e adultos, homens e mulheres explorados e numa situação de deriva pessoal por conta dos desmonte do Estado social e espoliação de direitos pelo capital financeiro, em perceberem a natureza essencial da ofensiva do capital nas condições do capitalismo global. O artigo é de Giovanni Alves.
> LEIA MAIS | Economia | 08/06/2011
• A história não acabou e voltou para as ruas
• Os indignados espanhóis debatem o futuro do movimento
• O movimento 15-M visto a partir do Maio de 68
• Direita consegue maioria absoluta na eleição em Portugal
• Boaventura: Os jovens nas ruas e o sequestro da democracia
 
Golpe de estado financeiro ameaça democracia europeia
O recente discurso do presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, carrega consigo o programa de um verdadeiro golpe de estado financeiro contra a democracia europeia. O que está em questão é se Grécia, Irlanda, Espanha, Portugal e o resto da Europa terminarão por destruir o reformismo democrático e derivar para uma oligarquia financeira. O objetivo financeiro é evitar os parlamentos para exigir um “consenso” que dê prioridade aos credores estrangeiros a custo do conjunto da economia. Exige-se dos parlamentos que abdiquem de seu poder político legislativo em favor dos banqueiros. O artigo é de Michael Hudson.
> LEIA MAIS | Economia | 06/06/2011
• Amir Khair: Nuvens sombrias no horizonte da economia mundial
• Os indignados gregos contra os planos de ajuste do FMI
• O perigoso mito da solvência dos bancos
 
Dilma 'refunda' governo ao trocar Palocci e repartir poder político
Sem condições políticas de ficar no governo sob a suspeita de enriquecimento ilícito, Antonio Palocci pede demissão e abre espaço para Dilma Rousseff devolver "perfil técnico" à Casa Civil. Nova ministra, a senadora petista Gleisi Hoffmann, assume nesta quarta (08/06). Espólio político deixado por Palocci será divido entre Dilma, vice Michel Temer, que é do PMDB, e Secretaria de Relações Institucionais, controlada pelo PT.
> LEIA MAIS | Política | 07/06/2011
• Denúncia contra Palocci por tráfico de influência é arquivada
 
Dilma e Chávez reafirmam parceria estratégica Brasil-Venezuela
No primeiro encontro com Hugo Chávez desde a posse, Dilma Rousseff sinaliza que laços estreitos entre Brasil e Venezuela vão continuar, diz que países estão "determinados" a fazer da América do Sul uma "zona de paz e de democracia" e que tem "grande expectativa" por entrada do parceiro no Mercosul. Chávez chama Dilma de "querida amiga" e diz que relação Brasil-Venezuela não é mais baseada em "competência neoliberal".
> LEIA MAIS | Política | 06/06/2011
• Desafio à relação Dilma-Chávez, comércio exterior será 'monitorado'
• Dilma parabeniza Humala; Chávez vê 'amanhecer de outra era'
• Petrobras-PDVSA ficará de fora do primeiro encontro Dilma-Chávez
 
Diplomacia Brasil-Cuba faz 25 anos; Congresso reabre grupo
Deputados e senadores que apoiam relações Brasil-Cuba reinstalam grupo mais antigo do Congresso Nacional e montam diretoria "eclética'. Prioridades são validar diplomas cubanos de medicina e continuar condenando embargo norte-americano. Embaixador de Cuba visita presidente do Senado, José Sarney, que reatou relações rompidas pela ditadura militar e diz que não há problema entre os dois países que não possa ser resolvido com 'fraternidade'.
> LEIA MAIS | Política | 07/06/2011
 
 
A vitória de Ollanta
A vitória de Ollanta Humalla para a presidência do Peru fecha um longo ciclo de governos neoliberais e abre novas perspectivas para o país, ao mesmo tempo que fortalece o campo dos processos de integração regional e enfraquece a precipitada operação de construção de um eixo neoliberal, com o México, a Colômbia e o Chile - 06/06/2011

 
Colunistas
 
Antonio Lassance
A Educação e a prova dos nove
Apesar de inúmeros avanços nos últimos anos, estamos apenas caminhando em uma área na qual o País precisaria estar voando. O que impera é não só o dissenso, fustigado pelo obscurantismo, como uma disputa sobre o papel do sistema público, seu peso no orçamento do Estado e sua relação com o mercado da educação, um dos mais rentáveis do País. - 05/06/2011
 
Venício Lima
Direito à comunicação: o "Fórum" e a "Ciranda"
Seria difícil imaginar dois eventos com a participação de pessoas de status sociais tão distintos e de visões tão diferentes em torno, basicamente, do mesmo tema: o direito à comunicação. Um deles teve ampla cobertura da imprensa; o outro, foi completamente ignorado. - 05/06/2011

 
Análise & Opinião
 
Marcelo da Silva Duarte
Qual é a graça?
É tênue a linha que separa certas crenças irrefletidas do ódio que leva sionistas a matar de fome crianças palestinas, neoconservadores a ridicularizar todo sujeito que não se encaixe no protótipo do macho moderno e intelectuais orgânicos da velha direita brasileira a desqualificar todo interlocutor que não cheire à tradição, família e propriedade. - 07/06/2011

 
Em Destaque
 

Inflação recua em maio e deixa BC mais confortável para calibrar juro
Medidas do governo para baixar preço dos combustíveis surtem efeito e seguram inflação em maio, que atinge menor nível desde outubro, segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. Resultado deixa BC na situação mais confortável desde o início do governo Dilma Rousseff para decidir se aumenta os juros. "Mercado" pede que banco suba a taxa de novo nesta quarta-feira. - 07/06/2011
 

Ollanta Humala: consolidação da Unasul é prioridade
A poucas horas das eleições presidenciais no Peru, o líder da Frente progressista, Ollanta Humala, destaca, em entrevista ao jornal Página/12, a importância dos julgamentos pela violação dos direitos humanos, detalha como serão as políticas sociais que pretende implementar em seu governo, caso seja eleito, e diz por que a opção por Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, representaria uma volta ao passado. No plano da política externa, Humala diz que sua prioridade será a consolidação da Unasul e da unidade latinoamericana. - 04/06/2011
 

 


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