segunda-feira, agosto 15, 2011

A Unasul, afinal, existe

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Boletim Carta Maior - 15 de Agosto de 2011 Ir para o site
 

 
 
Leia nossas páginas especiais:
















 
A Unasul, afinal, existe.
A Unasul, que até agora tinha mostrado eficácia em episódios políticos pontuais (quando contribuiu de maneira decisiva para evitar desdobramentos de ameaças golpistas no Equador de Rafael Correa e na Bolívia de Evo Morales), pode avançar, no campo econômico, mais do que qualquer outra instituição regional jamais conseguiu. Diante do vendaval da crise que varre as economias centrais, os países sul-americanos parecem ter se lançado a sério na busca de proteções próprias, sem ficar à espera de decisões alheias. O artigo é de Eric Nepomuceno, de Buenos Aires.
> LEIA MAIS | Internacional | 14/08/2011
 
Estados Unidos, S&P e a crise
Em tese, o grau de classificação é um indicador sobre a capacidade de um país para enfrentar seus compromissos de endividamento. Quando um país declara uma suspensão de pagamentos é porque não pode obter as divisas necessárias para cobrir o serviço de sua dívida. Mas no caso dos EUA, esse país não necessita obter outras divisas para pagar sua dívida. Qualificar o risco em AA+ ou em AAA para a dívida estadunidense é um exercício supérfluo e as agências classificadoras deveriam evitar entrar neste terreno. O artigo é de Alejandro Nadal.
> LEIA MAIS | Internacional | 13/08/2011
• Unasul prepara estratégia comum para enfrentar a crise
• América do Sul preocupada com a crise econômica mundial
• A primeira reunião de cúpula após criação formal da Unasul
 
Um contágio de más ideias
Houve muita preocupação sobre o contágio financeiro entre Europa e EUA. Afinal, os erros de gestão financeira dos EUA desempenharam um papel importante no desencadeamento dos problemas europeus, e a agitação financeira europeia não será boa para os EUA. Mas o problema real surge de outro tipo de contágio: as más ideias cruzam facilmente as fronteiras e as noções econômicas equivocadas de ambos os lados do Atlântico se reforçaram entre si. O mesmo se aplica à estagnação que essas políticas provocam. O artigo é de Joseph Stiglitz.
> LEIA MAIS | Economia | 14/08/2011
 
O capitalismo bestial ataca nas ruas
O thatcherismo despertou os instintos bestiais do capitalismo (o “espírito animal” do empreendedor, como o chamam timidamente) e, desde então, nada surgiu que os domasse. Destruir e queimar é hoje a palavra de ordem das classes dominantes, de fato, em todo o mundo. Todos, não só os jovens agitadores, devem ser responsabilizados. O capitalismo bestial deve ser levado a julgamento por crimes contra a humanidade, tanto quanto por crimes contra a natureza. O artigo é de David Harvey.
> LEIA MAIS | Internacional | 14/08/2011
 
Inglaterra tem pior queda do nível de vida desde o pós-guerra
O pressuposto teórico da política que está sendo aplicada na Inglaterra e em outros países europeus é que o investimento público e o endividamento estatal estão limitando o investimento privado. Nesta lógica, se se limita o investimento do setor público, serão liberadas as forças do setor privado. "Isso pode funcionar quando há pleno emprego, não quando há uma redução de demanda como a atual. Muito menos quando o comércio mundial está mostrando claros sinais de crise”, diz o especialista keynesiano Lord Robert Skidelsky (foto) à Carta Maior. Nos últimos 12 meses, Inglaterra teve a pior queda do nível de vida desde o pós-guerra.
> LEIA MAIS | Internacional | 13/08/2011
• Distúrbios em Londres: os limites da linha dura
• O outro lado do “estamos todos juntos nessa”
• Distúrbios de rua são novo golpe para David Cameron
• Violência dos últimos dias é uma questão social, diz lojista londrino
• Explode panela de pressão social nos subúrbios de Londres
 
 
Onde estava você no golpe militar?
É fácil, depois que a resistência popular derrubou a ditadura, tergiversar com a palavra democracia, esconder o passado, tentar embaralhas as coisas, para buscar impedir que se recorde onde estava cada um no dia primeiro de abril. Mas tudo está consignado pela história. - 08/08/2011

 
Colunistas
 
Paulo Kliass
Às suas ordens, dotô Mercado!
O mercado “pensa”, o mercado “avalia”, o mercado “propõe”, o mercado “desconfia”, o mercado “sugere”, o mercado “reage”. E aí sim, de vez em quando, o tom de voz sobe e o mercado “exige”!! E, aos poucos, o que era antes um sujeito, o indivíduo “mercado” também vai ganhando ares de divindade. - 11/08/2011

 
Opinião
 
Marcelo da Silva Duarte
Quando a "inviolabilidade do mandato" assegura a perpetuação do ódio e do preconceito
Tal como fundamentada pelo deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), em seu parecer contrário à cassação do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) a inviolabilidade civil e penal do mandato por opiniões, palavras e votos assegura, unicamente, a perpetuação do ódio e do preconceito. - 11/08/2011

 
Em Destaque
 

“Não vamos abraçar a corrupção, mas não serei pautada pela mídia”, diz Dilma Rousseff
Em entrevista à revista Carta Capital, a 33ª concedida no cargo de presidente, Dilma Rousseff afirma que o governo federal afastou funcionários acusados de irregularidades no uso de dinheiro público nos ministérios dos Transportes e do Turismo. Entretanto, alerta que sua administração não pode superdimensionar as denúncias e nem criar condenados sem o devido processo legal. - 13/08/2011
 

A casa incendiada
Pode ser que estes agitadores se queixem da exclusão social, mas isso não justifica um assalto coordenado através de blackberrys a lojas e casas. Vale a pena ouvir a opinião do egípcio Mosa’ab Elshamy: “Os egípcios e os tunisianos se vingaram das mortes de Khaled Said e Bouazizi derrubando de forma pacífica seus regimes assassinos, não roubando DVDs”. O artigo é de Michael Weiss. - 13/08/2011
 

A "esquizofrenia" também afeta os mercados
Apesar da recuperação das bolsas na sexta-feira, que permitiu a recuperação de aproximadamente 252 bilhões de euros, os mercados da União Europeia seguem muito nervosos, com uma tendência de volatilidade que alguns analistas definiram diretamente como “esquizofrênica”. A tendência de alta do fechamento da semana indica que a especulação parece ter perdido força, sobretudo graças à decisão tomada por Itália, Espanha, França e Bélgica, que proibiram as vendas a descoberto para acalmar os mercados. - 13/08/2011
 

 


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