sexta-feira, março 04, 2011

Guerras do Afeganistão e Iraque sugam orçamento dos EUA

Boletim Carta Maior - 4 de Março de 2011 Ir para o site
 

 
 
Guerras do Afeganistão e Iraque sugam orçamento dos EUA
Enquanto o noticiário internacional se concentra nas revoltas no Oriente Médio e no norte da África, os Estados Unidos seguem alimentando suas duas guerras prioritárias no Iraque e no Afeganistão. Os custos para sustentá-las estão afetando diretamente os orçamentos dos estados e da União. Os EUA gastam cerca de 2 bilhões de dólares por semana somente no Afeganistão, o que representa cerca de 104 bilhões de dólares ao ano – isso sem incluir o Iraque. Cerca de 45 estados mais o distrito de Columbia projetam déficits orçamentários de um total de 125 bilhões de dólares para o ano fiscal de 2012.
O artigo é de Amy Goodman, do Democracy Now.

> LEIA MAIS | Internacional | 04/03/2011
• Ralph Nader e a crise nos EUA: O que esperamos para reagir?
• Protestos nos Estados Unidos: Por que Madison importa?
• Levantes populares: Do Oriente Médio ao Meio Oeste
• O orçamento de Obama congelará os pobres
• Wall Street contra os pobres e a classe média
 
Brasil - Estados Unidos: a rivalidade emergente
Ao acompanhar a evolução das relações do Brasil com os EUA, no período examinado por Moniz Bandeira, vemos que, de um lado, elas se entrelaçam e incidem sobre a aspiração de parte significativa da elite dirigente brasileira de promover o desenvolvimento industrial. (...)
O artigo é de Samuel Pinheiro Guimarães.

> LEIA MAIS | Internacional | 04/03/2011
 
Comer é verbo e não substantivo: mercado ou soberania alimentar?
Em meados de fevereiro, o Banco Mundial comunicou que devido ao incremento nos preços da comida, o número de famintos estava se aproximando do 1 bilhão, quando os últimos dados da FAO falavam em 925 milhões. Outras 44 milhões de pessoas estão atravessando a fronteira da extrema pobreza porque suas débeis economias familiares foram desestabilizadas pelos preços elevados da comida. A situação é gravíssima, mas os preços seguem aumentando e, em uma economia globalizada, fenômenos climáticos locais – tempestades na África, geadas no México, secas na China, etc. – se convertem em um quebra-cabeças mundial. O artigo é de Vicent Boix.
> LEIA MAIS | Economia | 02/03/2011
• Especuladores da fome fazem preço dos alimentos aumentar
• A crise financeira mundial e a especulação com as commodities
• Por que uma nova crise financeira é certa

 
 
Líbia: oposição não quer intervenção externa
Porta-voz do Conselho Nacional Transitório da Líbia diz em conferência de imprensa que a oposição a Kadafi não quer uma intervenção dos EUA nos assuntos internos líbios. “Somos contra qualquer intervenção estrangeira ou intervenção militar nos nossos assuntos internos”, afirmou Abdel-Hafidh Ghoga. “Esta revolução será concluída pelo nosso povo, com a libertação do resto do território líbio controlado pelas forças de Kadafi.” General Ahmed El-Gatrani, que se juntou às forças da oposição, também diz que apoio militar externo é desnecessário: “Seguimos o nosso próprio caminho, sem receber ordens de ninguém no exterior”.
> LEIA MAIS | Internacional | 03/03/2011
 
 
Cobertura Especial
 
 

 
De novo aumento da taxa de juros?
Fica difícil de entender que, para controlar os desequilíbrios da economia, o governo faça um corte significativo no orçamento, opte pelo menor aumento do salário mínimo – afetando grandes setores da população -, mas autorize esse aumento da remuneração que vai diretamente para o capital financeiro. - 25/02/2011

 

 
Colunistas
 
Venício Lima
Banda larga: Brasília, a capital wi-fi
O governador Agnelo Queiroz se reuniu com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para propor uma parceria entre os governos federal e distrital e conectar Brasília integralmente à rede. A se realizar, Brasília seria a primeira capital do país e da América Latina totalmente digitalizada. - 03/03/2011
 
Paulo Kliass
"Quosque tandem abutere patientia nostra?"
Na seqüência de semanas em que se assistiu a um conjunto de declarações de agentes do mercado financeiro e de integrantes da equipe econômica, o COPOM terminou por decidir por aumentar ainda mais a taxa de juros referencial de nossa economia, a SELIC. Dessa vez, ela saltou de 11,25% ao ano para o patamar de 11,75%. - 02/03/2011

 
Análise & Opinião
 
Beto Almeida
Líbia: teria faltado protagonismo ao Itamaraty?
A política externa brasileira não pode estar associada a qualquer idéia que facilite a concretização de uma intervenção militar na Líbia comandada pelos Estados Unidos. Isso seria sim um distanciamento ou falta de continuidade daquilo que foi construído pelo Itamaraty nos oito anos de Lula. - 03/03/2011
 
Marcelo da Silva Duarte
É só sangue!
Nenhuma mediação pode servir de subterfúgio para um novo Iraque ou Afeganistão. As rédeas da negociação – já que o cavalo, ao que tudo indica, parece estar sendo encilhado pelos EUA - devem ser tomadas, urgentemente, pelas Nações Unidas, a fim de se pedir o cessar-fogo imediato na Líbia. - 02/03/2011
 

 


Se você não deseja mais receber nossos e-mails, cancele sua inscrição neste link

Nenhum comentário: