sexta-feira, março 11, 2011

Carta Maior: Especial "Fome e Desordem Financeira Mundial"

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Boletim Carta Maior - 11 de Março de 2011 Ir para o site
 

 
 
Bancos centrais preferem lidar com as consequências das explosões de bolhas minimizando seus prejuízos sobre a economia real. O melhor modo de impedir esses problemas é monitorar e concentrar-se nas implicações dos preços de ativos sobre padrão de gastos dos consumidores. A variável que por si só tende a ser o candidato principal para esse fim é a riqueza líquida do setor privado. Essa razão é a variável ideal para monitorar (ou controlar) “bolhas” que estão no centro dos mecanismos de transmissão dos preços dos ativos e das dívidas de consumo. O artigo é de Philip Arestis e Elias Karakitsos.
> LEIA MAIS | Economia | 10/03/2011
• SAIBA MAIS sobre o especial "Fome e Desordem Financeira Mundial"
• A crise financeira mundial e a especulação com commodities
• Especuladores da fome fazem preço dos alimentos aumentar
• Comer é verbo e não substantivo: mercado ou soberania alimentar?
• Por que uma nova crise financeira é certa
 
Os desafios da regulação cambial
O Brasil foi além da nova cartilha do FMI, ao adotar não só técnicas de gestão dos fluxos de capitais, mas também instrumentos de regulação das operações com derivativos cambiais. Contudo, as iniciativas nesse front foram, até o momento, muito tímidas e, por isso, a taxa de câmbio do R$/US$ rompeu novamente a barreira dos 1,65. Se o contexto internacional não sofrer mudanças nos próximos meses, somente medidas mais ousadas de regulação das transações cambiais virtuais podem deter o processo de apreciação do real e seus efeitos adversos sobre a competitividade da indústria brasileira. O artigo é de Daniela Magalhães Prates, professora da Unicamp, especial para Carta Maior.
> LEIA MAIS | Economia | 10/03/2011
• Leia também: O problema da taxa de juros no Brasil

 
Cerco midiático a Cuba é tema de debate
Organizado pelo Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé, em parceira com o sítio Opera Mundi, o Comitê pela Libertação dos 5 Patriotas Cubanos e o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz), o evento discutirá a atual realidade de Cuba – seus avanços, problemas e desafios. Também debaterá os padrões de manipulação da mídia, que omite as conquistas da revolução cubana e realça apenas suas dificuldades. O debate ocore dia 15 de março, no auditório do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
> LEIA MAIS | Internacional | 10/03/2011

 
 
Revolta árabe: o colapso da velha ordem do petróleo
Considere o recente aumento nos preços do petróleo apenas um tímido anúncio do petro-terremoto que está por vir. A velha ordem que sustenta o petróleo está morrendo, e com o seu fim veremos também o fim do petróleo barato e de fácil acesso – para sempre. (...)
O artigo é de Michael T. Klare.

> LEIA MAIS | Economia | 09/03/2011
• Leia a página especial "Revolta Árabe"
 
 
 

 

 
Quem tem medo da democracia no Brasil?
Quem tem medo da democracia no Brasil tem saudade da ditadura, quando detinha o monopólio da palavra, conversavam e elogiavam os militares no poder, sem que ninguém pudesse contestá-los publicamente. Os que têm saudades do Brasil para poucos, da elite que cooptava intelectuais para governar em nome dela. - 11/03/2011

 
Colunistas
 
Boaventura de Sousa Santos
As mulheres não são homens
A cultura patriarcal tem uma dimensão particularmente perversa: a de criar a ideia na opinião pública que as mulheres são oprimidas e, como tal, vítimas indefesas e silenciosas. Este estereótipo torna possível ignorar ou desvalorizar as lutas de resistência e a capacidade de inovação política das mulheres. - 09/03/2011

 
Análise & Opinião
 
Luiz Marques
Lulismo: como será amanhã?
Afirmar que o presente choca o ovo da serpente e prospecta a irrupção vulcânica de um neoconservadorismo que espalhará larvas antipetistas pelo território nacional, com a migração da nova classe média para a direita, é suprimir as mediações que concorreriam para evitar a conjuntura profetizada de forma sensacionalista. - 09/03/2011
 
Luís Carlos Lopes
Licença para matar
Não há chance. Kadafi cairá. O que ele pode fazer o adiar o desfecho e continuar afogando seu país em sangue. Age impunemente e sabidamente frente a inúmeras potências europeias. Há muita retórica e pouca ação para impedir o massacre. - 08/03/2011
 

 


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