domingo, março 13, 2011

Naomi Wolf: a revolução feminista no Oriente Médio

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Boletim Carta Maior - 13 de Março de 2011 Ir para o site
 

 
 
 
Naomi Wolf: a revolução feminista
no Oriente Médio

O papel das mulheres no grande levante do Oriente Médio tem sido muito pouco analisado. As mulheres do Egito não só “se somam” aos protestos, mas tem sido uma força destacada da evolução cultural que as tornou indispensáveis. E o que vale para o caso do Egito, pode se dizer também, em maior ou menor medida, para todo o mundo árabe. O artigo é de Naomi Wolf.
> LEIA MAIS | Internacional | 12/03/2011
 
Vanguarda de jovens derrubou ditadura egípcia, diz Samir Amim
A queda de Mubarak não deve ser vista com surpresa de acordo com Samir Amin. Anos de crescimento econômico elogiados pelo Banco Mundial só serviram a um grupo minúsculo de egípcios, além do que a repressão policial era crescente e brutal. “Tinha que explodir. E Explodiu”, afirma em entrevista exclusiva à Carta Maior. O economista e intelectual egípcio conta ainda como foi dos jovens politizados “fora da esquerda tradicional” a vanguarda da revolução que derrubou a ditadura egípcia. E reafirma leitura crítica aos rumos do Fórum Social Mundial.
> LEIA MAIS | Internacional | 11/03/2011
 
Boaventura de Sousa Santos
As mulheres não são homens
A cultura patriarcal tem uma dimensão particularmente perversa: a de criar a ideia na opinião pública que as mulheres são oprimidas e, como tal, vítimas indefesas e silenciosas. Este estereótipo torna possível ignorar ou desvalorizar as lutas de resistência e a capacidade de inovação política das mulheres.
> LEIA MAIS | 09/03/2011

 
Especial Fome e Desordem Financeira Mundial
 
As vítimas do livre mercado
No programa 60 Minutos, domingo passado, a principal reportagem tratava sobre o massivo aumento do número de estudantes sem vaga nas escolas públicas dos Estados Unidos. Em um dos condados da Flórida, esse número está aumentando de 15 a 30 alunos por dia. Mas em sua maior parte, os principais meios de comunicação mantem-se o mais longe possível destas histórias sobre a nova onda de insensibilidade nos EUA.
> LEIA MAIS | Economia | 13/03/2011
• A desordem financeira global e a ameaça da fome
• Estados Unidos: O significado de Madison
• Guerras no Afeganistão e no Iraque sugam orçamento dos EUA
 
A financeirização da fome
Nos últimos 30 anos, a desregulamentação e a liberalização da finança quebraram as barreiras impostas pelas reformas dos anos 30 do século passado, criaram os supermercados financeiros e promoveram a securitização dos créditos. No vendaval das reformas neo-liberais, os governos abandonaram as políticas de estabilização de preços baseadas na formação e operação de estoques reguladores (ainda que os países desenvolvidos tivessem mantidos os subsídios a seus agricultores) e submeteram os mercados de commodities, instáveis por sua própria natureza, ao capricho e à sanha especulativa dos mercados futuros. O artigo é de Luiz Gonzaga Belluzzo.
> LEIA MAIS | Economia | 11/03/2011
• Risco Moral exige regulação da riqueza
• Os desafios da regulação cambial
• O problema da taxa de juros no Brasil
• Inflação, Política Monetária e o Problema do Juro no Brasil
• Lenta recuperação econômica e alta das commodities, o que fazer?
 
 
 

 

 
A posição do Brasil sobre a Líbia
Que posição o governo brasileiro deveria ter em relação ao que ocorre na Líbia? - 13/03/2011

 
Colunistas
 
Paulo Kliass
Pibão ou pibinho: entre retórica e realidade
Não há como manter níveis elevados permanentes do Produto Interno Bruto de um país apenas com estímulos ao consumo. A obtenção de índices expressivos de crescimento do investimento é exatamente o que garante a capacidade de consumo durável no futuro. - 13/03/2011
 
Laurindo Lalo Leal Filho
Notícias internacionais têm pauta única
As agências de notícias tradicionais foram criadas como empreendimentos para a divulgação de informações financeiras em meados do século 19. Apoiadas pelos governos dos países onde tinham sede, essas agências nunca deixaram de ver o mundo segundo a ótica peculiar desses mesmos países. - 11/03/2011

 
Em Destaque
 

Tragédia no Japão expõe perda da noção de limite
Nas catástrofes atuais, parece que vivemos um paradoxo: se, por um lado, temos um desenvolvimento vertiginoso dos meios de comunicação, por outro, a qualidade da reflexão sobre tais acontecimentos parece ter empobrecido, se comparamos com o tipo de debate gerado pelo terremoto de Lisboa, no século XVIII, que envolveu alguns dos principais pensadores da época. A humanidade está bordejando todos os limites perigosos do planeta Terra e se aproxima cada vez mais de áreas de riscos, como bordas de vulcões e regiões altamente sísmicas, construindo inclusive usinas nucleares nestas áreas. A idéia de limite se perdeu e a maioria das pessoas não parece muito preocupada com isso. O artigo é de Marco Aurélio Weissheimer. - 12/03/2011
 

 


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