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- Dinheirama Entrevista: André Bona, Assessor de Investimentos
- Desemprego para conter a inflação, uma ideia para ser esquecida
- Preço do iPhone finalmente diminui no Brasil
- Feedback sobre os aplicativos Dinheirama Online para Android e iOS
| Dinheirama Entrevista: André Bona, Assessor de Investimentos Posted: 08 Apr 2013 04:00 PM PDT
Uma das pessoas especiais que conheci foi o André Bona, que é Assessor de Investimentos na Valor Investimentos, Agente autônomo de investimentos (CVM), CPA-20 (ANBIMA), Palestrante, instrutor de cursos sobre finanças pessoais e investimentos e responsável pelo "Blog de Valor". André é um entusiasta da educação financeira de qualidade e um profissional que entende muito de finanças e mercado financeiro. Conversamos sobre as principais dúvidas que os investidores iniciantes possuem e como investir de forma mais segura e rentável. Confira como foi nosso papo: André, sempre recebemos a clássica pergunta "Qual é o melhor investimento?". Suponho que isso também aconteça com você, certo? Afinal, que tipo de investimento é mais rentável? André Bona: Volta e meia essa pergunta é feita pelos leitores do meu blog e por investidores iniciantes e, para um profissional especializado em investimentos, ela causa desconforto. Ocorre que estamos vivendo um boom dos investimentos. As pessoas, com o crescimento da renda, estão tendo a oportunidade de poupar parte de seus recursos e isso permite o acesso a novas possibilidades de investimentos. Dessa forma, é bem natural que nossa população anseie por mais informações sobre o assunto. Uma pergunta aparentemente simples como essa é incrivelmente difícil de responder. Primeiro porque não há uma receita. Como vocês mesmos sempre orientam aqui no Dinheirama e também nos cursos que ministram, a decisão de investimentos deve sempre estar subordinada a um planejamento financeiro. Para cada planejamento, existem investimentos diferentes, com finalidades diferentes, prazos diferentes, rentabilidades diferentes e riscos diferentes. Às vezes recebo um email assim: "André, invisto na bolsa ou na poupança?". E a resposta é depende. Pode ser bolsa, pode ser poupança, os dois ou nenhum dos dois. Depende do seu planejamento financeiro e dos seus objetivos de curto, médio e longo prazo. Você tocou em um ponto importante: objetivos alocados no tempo. Diante dessa observação, como um investidor deve, então, escolher os seus investimentos? A. B.: A forma correta, que se mostra mais acertada a partir da nossa experiência, é aquela em que os produtos a serem investidos serão escolhidos apenas na última parte do processo. Primeiramente, é importante que exista um planejamento financeiro, um entendimento efetivo de objetivos, expectativas de retorno, tolerância do investidor ao risco e necessidades de liquidez. Essa primeira parte é que vai nortear totalmente o processo de investimentos. Em um segundo momento ocorre a definição da política de investimentos. Essa etapa consiste num estudo quantitativo e qualitativo das proporções de determinadas classes de investimentos na carteira e a sua contribuição para uma relação risco x retorno global. Nessa segunda etapa, avaliam-se os investimentos não como produtos, mas ainda como classes. Exemplos de classes: renda variável, renda fixa, multimercados, inflação, DI, imóveis e etc. O produto final dessa segunda etapa é a definição da alocação por classes de ativos e os percentuais de cada classe na montagem de uma carteira. A terceira etapa consiste na seleção dos produtos de investimentos disponíveis no mercado financeiro por classe de ativo. Nesta hora, se a política de investimentos contemplar 30% em fundos multimercados, então se deve procurar os melhores fundos multimercados do mercado para aquele nível de risco e objetivos de retorno do investidor. É somente na terceira etapa que os produtos (fundo do banco A, LCI do banco B, CDB do banco C, carteira de dividendos, small caps, fundos imobiliários, NTN-Bs, LTNs ou LFTs e etc) são definidos. Muito interessante essa abordagem mais pragmática e, ao mesmo, tempo bem definida dos passos para se tomar uma decisão de investimento. Mas isso não dá muito trabalho para o pequeno investidor? Como o investidor iniciante deve fazer para elaborar tudo isso? A. B.: Sim, dá trabalho, claro. Mas já vimos casos de prejuízos absurdos pelo simples fato de o investidor não se dedicar a esse processo. É importante salientar que essas horas de dedicação inicial economizarão muitas horas e muita dor de cabeça para o resto da vida. Por isso acho imprescindível que o investidor se disponha a investir tempo nessa etapa. Ao não fazer isso, corre-se o risco equivalente ao de comprar um carro popular por 100 mil reais. Você compraria? O ideal mesmo seria que cada pessoa tivesse como contratar os serviços de um consultor financeiro não vinculado a nenhuma instituição financeira. Esse é o papel de um consultor: orientar o seu cliente e auxiliá-lo na aquisição de serviços financeiros alinhados com seus objetivos, auxiliando no gerenciamento do endividamento, planejamento de investimentos e realização de objetivos diversos. Enfim, acredito muito no modelo de um consultor financeiro pessoal como já ocorre com o médico da família. Na área de investimentos, onde atuo especificamente, atendemos investidores que possuem esses consultores pessoais. Normalmente são investidores que possuem patrimônio financeiro investido acima de R$ 1 milhão. Até porque o custo/hora de um consultor como esse é mais elevado, dependendo da finalidade da consultoria. Nos segmentos de Wealth Management (WM) e Private banking (para investidores geralmente com investimentos de pelo menos R$ 2 milhões), as instituições financeiras disponibilizam um atendimento mais próximo da consultoria financeira. Claro que devemos observar que um banco sempre terá por finalidade a venda de seus produtos. Já os investidores que se posicionam abaixo do segmento WM, o importante é investir muito em aprendizado, seja através de leitura especializada (e existe muito material de qualidade na internet – e também muito lixo), participação em cursos, palestras e não acreditar cegamente nas coisas sem ao menos comparar oportunidades entre as instituições financeiras. O aprendizado é importante, pois sem o aprendizado o investidor nem tem como comparar nada, pois não tem conhecimento pra isso. E depois é fazer o acompanhamento e o ajuste periódico das posições, sempre antenado no cenário macro. Se você tivesse que apontar o erro mais comum do investidor, qual seria? A. B.: Eu digo que um que chega a dar coceira é quando um investidor toma uma decisão de investimento baseado em rentabilidade passada. Isso é muito triste. Sei de casos em que gerentes de banco venderam fundos de inflação para clientes em janeiro deste ano, baseando-se nas rentabilidades dos anos anteriores. Ocorre que o cenário mudou e esses fundos perderam rentabilidade e hoje estão completamente fora das nossas sugestões. Nós estamos no alerta quanto a esses fundos desde novembro, monitorando crescimento econômico, possibilidade de alterações da Selic (aqui está o maior risco para esses produtos) e trajetória da inflação. Em dezembro, por exemplo, não sugerimos novos posicionamentos em inflação. Em janeiro. o alerta vermelho acendeu forte e em fevereiro sugerimos reduções drásticas nessa posição. Enquanto estávamos tentando achar o timing de saída da posição, vários investidores estavam comprando, totalmente na contramão do cenário macroeconômico. O resultado você vê aí, basta dar uma olhada no desempenho desses fundos desde janeiro. Peguei em minhas mãos o caso de um investidor que recebeu uma herança de R$ 2,5 milhões. Ele aplicou tudo em um fundo de inflação em janeiro, olhando a rentabilidade passada. Infelizmente, ele está pagando um preço elevadíssimo por não ter se dedicado às etapas anteriores. E ainda foi convencido de que agora deveria segurar essa posição para "esperar voltar". O fato é que o cenário mudou. Na primeira elevação de Selic que houver, a situação ficará insuportável. E a alta de Selic é esperada por mais de 90% das áreas de análise de bancos de investimentos, assets e corretoras. Enfim, comprar pela rentabilidade passada é um erro grave e com custo de aprendizado elevadíssimo. Você mencionou o cenário econômico brasileiro, que tem passado por mudanças bastante interessantes nestes últimos anos. Qual sua recomendação para pessoas e famílias interessadas em investir diante de dias como os de hoje? A. B.: Com todas essas mudanças no cenário econômico mundial, queda de taxas de juros, riscos espalhados por todo lado, a minha recomendação é que as pessoas se informem. Façam cursos, participem de palestras e dediquem atenção ao tema. Sem isso, vão "correr atrás do rabo" e não avançarão da forma como poderiam avançar em suas finanças. O período de ganhar dinheiro sem risco está nas últimas. Por isso, é bom aprender para não ficar a mercê dos gerentes de bancos, por exemplo, cuja atividade não é de educação financeira, mas sim de venda de produtos bancários. E devemos observar que não há mal nenhum no trabalho de um gerente bancário. O que está errada é a nossa percepção, enquanto população, sobre a atividade que ele desempenha, que é de venda de produtos do banco conforme metas estipuladas e não consultoria financeira isenta. André, muito obrigado por sua participação e disponibilidade. Deixe uma mensagem com um resumo de seu trabalho e indique seu site para que nosso leitor possa conhecê-lo. A. B.: Eu que agradeço Navarro e equipe, parabéns pelo trabalho realizado. De nossa parte, realizamos palestras gratuitas online sobre investimentos para todo o Brasil. Quem tiver interesse, basta visitar o "Blog de Valor" clicando em www.blogdevalor.com.br e conferir a agenda. Estão todos convidados! Foto: divulgação. ------Este artigo foi escrito por Conrado Navarro. Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros "Vamos falar de dinheiro?" (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: @Navarro. A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama |
| Desemprego para conter a inflação, uma ideia para ser esquecida Posted: 08 Apr 2013 12:00 PM PDT
Os economistas mencionados são Alexandre Schwartsman, que hoje tem sua própria empresa de consultoria, e Illan Goldfajn, atualmente Economista Chefe do Itaú-Unibanco. A interpretação do discurso adotado por ambos mostra que eles acreditam que as demissões, que seriam efeitos diretos de eventuais medidas para desaquecer a economia, não seriam um problema maior do que a inflação. “A saída é frear a economia. É demitir mesmo”, disse Alexandre Schwartsman."A inflação não cai num passe de mágica. Não cai porque o Banco Central resolve falar mais duro. Cai com o encontro do crescimento da oferta com o crescimento da demanda. É preciso fazer escolhas. Não dá para fazer omeletes sem quebrar os ovos", afirmou Illan Goldfajn. Resolver um problema criando outro é, em minha humilde opinião, uma visão míope. É verdade que a inflação está alta, próxima do topo da meta, mas admitirmos que o desemprego terá um efeito menos danoso para economia e para o povo é uma postura quase irresponsável. Veja o que pensa Delfim Neto, economista que está muito próximo e alinhado ao que pensa a Presidente Dilma Rousseff: "A empregada doméstica virou manicure ou foi trabalhar num call center. Agora, ela toma banho com sabonete Dove. A proposta desses “gênios” é fazer com que ela volte a usar sabão de coco aumentando os juros. A saída para a economia é promover reformas estruturais que passem pelo aumento da educação do trabalhador". A verdade é que a inflação é um problema emergencial e um dos pontos críticos é justamente a percepção de que o Banco Central não tomará nenhuma medida restritiva. A ingerência política sobre a equipe econômica faz com que os especuladores de plantão ataquem em diversas frentes. De toda forma, pior que ver os aumentos de preço é não ter trabalho é nem renda. O desemprego tem se mostrado como um dos graves problemas em boa parte do mundo. Na Zona do Euro (ZE), a média de desempregados beira os 12%. Na Grécia, o percentual é superior a 26%. Os dados são ainda piores para os mais jovens: 23,9% dos jovens estavam desempregados na ZE, em comparação com os 22,3% de fevereiro de 2012. Esta situação foi particularmente catastrófica na Espanha (55,7%), Portugal (38,2%) e Itália (37,8%). Na Grécia, 58,4% dos jovens com menos de 25 anos estava sem trabalho em dezembro de 2012. Acredito que a opção pelo crescimento seja menos danosa em tempos de crise mundial, mas o que precisa ficar mais claro para todos é o rumo da política monetária – não dá para sustentar crescimento com dúvidas sobre o caminho a ser seguido. O que você acha? Desaquecer a economia demitindo parece a melhor saída? O que pensa a respeito? Deixe sua opinião no espaço de comentários abaixo. Até a próxima. Foto de freedigitalphotos.net. ------Este artigo foi escrito por Ricardo Pereira. Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: @RicardoPereira A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama |
| Preço do iPhone finalmente diminui no Brasil Posted: 08 Apr 2013 07:45 AM PDT
No entanto, entre os consumidores que aguardam cada nova versão do smartphone da Apple, estão aqueles que não podem pagar o salgado preço pelo aparelho. O Brasil ainda apresenta um dos maiores valores pelo celular, mas a notícia é boa para aqueles que estão decididos a comprar. Os preços do iPhone 4 e do iPhone 4S ficaram mais baratos na loja brasileira da Apple. O primeiro modelo teve uma redução nos preços de 26,68%, enquanto que o segundo foi de 15,01%. O iPhone 4 de 8GB custava R$ 1.499, mas passou a valer R$ 1.099. Já o 4S, de 16GB, apresentou uma queda de R$ 300, passando de R$ 1.999 para R$ 1.699. Há ainda mais uma condição favorável de compra. Além da diminuição dos preços dos smartphones chamar atenção, a Apple oferece 10% de desconto para quem decidir comprar o aparelho à vista, opção que sempre recomendamos e valorizamos no Dinheirama (o desconto é sempre a melhor opção). Compensa comprar no exterior? Com a redução de valores, a diferença de preço entre os valores nacionais e os praticados baixou consideravelmente, muito embora ela ainda continue alta aos olhos do consumidor. Nos Estados Unidos, o iPhone 4S custa US$ 549 (aproximadamente R$ 1.100), enquanto que o iPhone 4 custa US$ 450 (R$ 900). A diferença de preço, em relação aos preços praticados no Brasil antes da redução, era de 44,60% e 39,44%, respectivamente. Após a redução a diferença caiu para 34,81%, para o 4S, e 17,40% para a versão 4. Desoneração dos smartphones Na semana passada divulgamos a informação de que a presidente Dilma Rousseff assinará a desoneração para smartphones. Segundo informações do Ministro das Comunicações Paulo Bernardo, o preço dos smartphones terá um teto de R$ 1,5 mil para aparelhos com tecnologia 4G. No entanto, o ministro também lembra que o país sofre com falta de infraestrutura para suportar o uso crescente das redes de telefonia móvel. Em 2011 e 2012 o setor de telecomunicações cresceu rapidamente com valores expressivos: 100% e 80%, respectivamente. Logo, tudo indica que os preços do iPhone poderão cair mais em breve. Como Paulo Bernardo afirmou que os novos valores devem valer a partir do fim do mês, talvez seja melhor aguardar a chegada de maio para confirmar se haverá nova redução dos preços. Esperar é aprender a consumir com inteligência. Além de garantir preços mais baixos, você também pode verificar se algum aparelho sofreu maior diminuição do que outro e concluir qual o melhor smartphone para você e seu bolso. Vamos ficar de olho também. Fonte: InfoMoney. Foto de freedigitalphotos.net. ------Este artigo foi escrito por Willian Binder. Graduando em Administração na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e estagiário do Dinheirama. A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama |
| Feedback sobre os aplicativos Dinheirama Online para Android e iOS Posted: 08 Apr 2013 05:00 AM PDT
Todos que acompanham nosso trabalho sabem que, em todas as iniciativas que levamos adiante, presamos pelo trabalho bem feito e com grande qualidade, mesmo nos muitos projetos que são completamente gratuitos, como é o caso do Dinheirama Online. Recebemos muito feedback com o lançamento da versão inicial para os dispositivos e quero, em nome de nossa equipe, agradecer sua participação. A primeira versão que foi lançada é uma versão básica, com poucas funcionalidades e inovação, é verdade. Nós queríamos "marcar presença" e oferecer um sistema que, aos poucos, terá atualizações e muitas novidades. A versão web do Dinheirama Online também passa por constantes melhorias e, já nas próximas semanas, um novo módulo de investimentos será integrado à ferramenta. Assim, quero registrar mais uma vez que tanto a versão web quanto as versões para dispositivos móveis sofrerão ajustes e melhorias constantes. Nosso compromisso é com a educação financeira de qualidade – e de graça sempre que possível. Não perca tempo, acesse a ferramenta pelo www.dinheiramaonline.com.br e baixe agora mesmo o App do Dinheirama Online. Basta escolher e clicar em sua versão nos botões abaixo? Se você ainda não é usuário da melhor e mais completa ferramenta de controle financeiro (e totalmente gratuita), reforço o convite. Acesse agora mesmo www.dinheiramaonline.com.br e faça seu cadastro. E então faça o download dos aplicativos em seu celular. Aqui valorizamos sua opinião, o trabalho é feito para você. Todas as críticas e sugestões serão absorvidas e levadas em consideração na hora de implementarmos as melhorias no sistema. Nos orgulhamos muito de ser uma empresa que começou em 2007 e em poucos anos se tornou uma das principais referências em Negócios e Finanças no Brasil, sempre crescendo de forma organizada e sem ajuda de nenhuma organização ou investidor externo. Crescemos oferecendo serviços de qualidade e com muita dedicação de toda nossa equipe. Você é parte deste sucesso. Confie mais uma vez em nosso trabalho, a educação financeira realmente transforma vidas. Esse será sempre nosso compromisso! Uma ótima semana a todos. Até a próxima. ------Este artigo foi escrito por Ricardo Pereira. Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: @RicardoPereira A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama |
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