terça-feira, abril 09, 2013

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Dinheirama Entrevista: André Bona, Assessor de Investimentos

Posted: 08 Apr 2013 04:00 PM PDT

Dinheirama Entrevista: André Bona, Assessor de InvestimentosDesde que comecei esta jornada em prol da educação financeira (lá em 2007), tive a oportunidade de conhecer e aprender com muitos profissionais da área de investimentos e, assim, compartilhar com você, leitor, mais conhecimento, opções de leitura e informação de qualidade.

Uma das pessoas especiais que conheci foi o André Bona, que é Assessor de Investimentos na Valor Investimentos, Agente autônomo de investimentos (CVM), CPA-20 (ANBIMA), Palestrante, instrutor de cursos sobre finanças pessoais e investimentos e responsável pelo "Blog de Valor".

André é um entusiasta da educação financeira de qualidade e um profissional que entende muito de finanças e mercado financeiro. Conversamos sobre as principais dúvidas que os investidores iniciantes possuem e como investir de forma mais segura e rentável. Confira como foi nosso papo:

André, sempre recebemos a clássica pergunta "Qual é o melhor investimento?". Suponho que isso também aconteça com você, certo? Afinal, que tipo de investimento é mais rentável?

André Bona: Volta e meia essa pergunta é feita pelos leitores do meu blog e por investidores iniciantes e, para um profissional especializado em investimentos, ela causa desconforto. Ocorre que estamos vivendo um boom dos investimentos. As pessoas, com o crescimento da renda, estão tendo a oportunidade de poupar parte de seus recursos e isso permite o acesso a novas possibilidades de investimentos.

Dessa forma, é bem natural que nossa população anseie por mais informações sobre o assunto. Uma pergunta aparentemente simples como essa é incrivelmente difícil de responder.

Primeiro porque não há uma receita. Como vocês mesmos sempre orientam aqui no Dinheirama e também nos cursos que ministram, a decisão de investimentos deve sempre estar subordinada a um planejamento financeiro. Para cada planejamento, existem investimentos diferentes, com finalidades diferentes, prazos diferentes, rentabilidades diferentes e riscos diferentes.

Às vezes recebo um email assim: "André, invisto na bolsa ou na poupança?". E a resposta é depende. Pode ser bolsa, pode ser poupança, os dois ou nenhum dos dois. Depende do seu planejamento financeiro e dos seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Você tocou em um ponto importante: objetivos alocados no tempo. Diante dessa observação, como um investidor deve, então, escolher os seus investimentos?

A. B.: A forma correta, que se mostra mais acertada a partir da nossa experiência, é aquela em que os produtos a serem investidos serão escolhidos apenas na última parte do processo. Primeiramente, é importante que exista um planejamento financeiro, um entendimento efetivo de objetivos, expectativas de retorno, tolerância do investidor ao risco e necessidades de liquidez. Essa primeira parte é que vai nortear totalmente o processo de investimentos.

Em um segundo momento ocorre a definição da política de investimentos. Essa etapa consiste num estudo quantitativo e qualitativo das proporções de determinadas classes de investimentos na carteira e a sua contribuição para uma relação risco x retorno global.

Nessa segunda etapa, avaliam-se os investimentos não como produtos, mas ainda como classes. Exemplos de classes: renda variável, renda fixa, multimercados, inflação, DI, imóveis e etc.

O produto final dessa segunda etapa é a definição da alocação por classes de ativos e os percentuais de cada classe na montagem de uma carteira.

A terceira etapa consiste na seleção dos produtos de investimentos disponíveis no mercado financeiro por classe de ativo. Nesta hora, se a política de investimentos contemplar 30% em fundos multimercados, então se deve procurar os melhores fundos multimercados do mercado para aquele nível de risco e objetivos de retorno do investidor.

É somente na terceira etapa que os produtos (fundo do banco A, LCI do banco B, CDB do banco C, carteira de dividendos, small caps, fundos imobiliários, NTN-Bs, LTNs ou LFTs e etc) são definidos.

Muito interessante essa abordagem mais pragmática e, ao mesmo, tempo bem definida dos passos para se tomar uma decisão de investimento. Mas isso não dá muito trabalho para o pequeno investidor? Como o investidor iniciante deve fazer para elaborar tudo isso?

A. B.: Sim, dá trabalho, claro. Mas já vimos casos de prejuízos absurdos pelo simples fato de o investidor não se dedicar a esse processo. É importante salientar que essas horas de dedicação inicial economizarão muitas horas e muita dor de cabeça para o resto da vida. Por isso acho imprescindível que o investidor se disponha a investir tempo nessa etapa. Ao não fazer isso, corre-se o risco equivalente ao de comprar um carro popular por 100 mil reais. Você compraria?

O ideal mesmo seria que cada pessoa tivesse como contratar os serviços de um consultor financeiro não vinculado a nenhuma instituição financeira. Esse é o papel de um consultor: orientar o seu cliente e auxiliá-lo na aquisição de serviços financeiros alinhados com seus objetivos, auxiliando no gerenciamento do endividamento, planejamento de investimentos e realização de objetivos diversos. Enfim, acredito muito no modelo de um consultor financeiro pessoal como já ocorre com o médico da família.

Na área de investimentos, onde atuo especificamente, atendemos investidores que possuem esses consultores pessoais. Normalmente são investidores que possuem patrimônio financeiro investido acima de R$ 1 milhão. Até porque o custo/hora de um consultor como esse é mais elevado, dependendo da finalidade da consultoria.

Nos segmentos de Wealth Management (WM) e Private banking (para investidores geralmente com investimentos de pelo menos R$ 2 milhões), as instituições financeiras disponibilizam um atendimento mais próximo da consultoria financeira. Claro que devemos observar que um banco sempre terá por finalidade a venda de seus produtos.

Já os investidores que se posicionam abaixo do segmento WM, o importante é investir muito em aprendizado, seja através de leitura especializada (e existe muito material de qualidade na internet – e também muito lixo), participação em cursos, palestras e não acreditar cegamente nas coisas sem ao menos comparar oportunidades entre as instituições financeiras.

O aprendizado é importante, pois sem o aprendizado o investidor nem tem como comparar nada, pois não tem conhecimento pra isso. E depois é fazer o acompanhamento e o ajuste periódico das posições, sempre antenado no cenário macro.

Se você tivesse que apontar o erro mais comum do investidor, qual seria?

A. B.: Eu digo que um que chega a dar coceira é quando um investidor toma uma decisão de investimento baseado em rentabilidade passada. Isso é muito triste. Sei de casos em que gerentes de banco venderam fundos de inflação para clientes em janeiro deste ano, baseando-se nas rentabilidades dos anos anteriores.

Ocorre que o cenário mudou e esses fundos perderam rentabilidade e hoje estão completamente fora das nossas sugestões. Nós estamos no alerta quanto a esses fundos desde novembro, monitorando crescimento econômico, possibilidade de alterações da Selic (aqui está o maior risco para esses produtos) e trajetória da inflação.

Em dezembro, por exemplo, não sugerimos novos posicionamentos em inflação. Em janeiro. o alerta vermelho acendeu forte e em fevereiro sugerimos reduções drásticas nessa posição. Enquanto estávamos tentando achar o timing de saída da posição, vários investidores estavam comprando, totalmente na contramão do cenário macroeconômico.

O resultado você vê aí, basta dar uma olhada no desempenho desses fundos desde janeiro.

Peguei em minhas mãos o caso de um investidor que recebeu uma herança de R$ 2,5 milhões. Ele aplicou tudo em um fundo de inflação em janeiro, olhando a rentabilidade passada. Infelizmente, ele está pagando um preço elevadíssimo por não ter se dedicado às etapas anteriores. E ainda foi convencido de que agora deveria segurar essa posição para "esperar voltar".

O fato é que o cenário mudou. Na primeira elevação de Selic que houver, a situação ficará insuportável. E a alta de Selic é esperada por mais de 90% das áreas de análise de bancos de investimentos, assets e corretoras.

Enfim, comprar pela rentabilidade passada é um erro grave e com custo de aprendizado elevadíssimo.

Você mencionou o cenário econômico brasileiro, que tem passado por mudanças bastante interessantes nestes últimos anos. Qual sua recomendação para pessoas e famílias interessadas em investir diante de dias como os de hoje?

A. B.: Com todas essas mudanças no cenário econômico mundial, queda de taxas de juros, riscos espalhados por todo lado, a minha recomendação é que as pessoas se informem. Façam cursos, participem de palestras e dediquem atenção ao tema. Sem isso, vão "correr atrás do rabo" e não avançarão da forma como poderiam avançar em suas finanças.

O período de ganhar dinheiro sem risco está nas últimas. Por isso, é bom aprender para não ficar a mercê dos gerentes de bancos, por exemplo, cuja atividade não é de educação financeira, mas sim de venda de produtos bancários.

E devemos observar que não há mal nenhum no trabalho de um gerente bancário. O que está errada é a nossa percepção, enquanto população, sobre a atividade que ele desempenha, que é de venda de produtos do banco conforme metas estipuladas e não consultoria financeira isenta.

André, muito obrigado por sua participação e disponibilidade. Deixe uma mensagem com um resumo de seu trabalho e indique seu site para que nosso leitor possa conhecê-lo.

A. B.: Eu que agradeço Navarro e equipe, parabéns pelo trabalho realizado. De nossa parte, realizamos palestras gratuitas online sobre investimentos para todo o Brasil. Quem tiver interesse, basta visitar o "Blog de Valor" clicando em www.blogdevalor.com.br e conferir a agenda. Estão todos convidados!

Foto: divulgação.

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Este artigo foi escrito por Conrado Navarro.
Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros "Vamos falar de dinheiro?" (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: @Navarro.
Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.
A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama


Desemprego para conter a inflação, uma ideia para ser esquecida

Posted: 08 Apr 2013 12:00 PM PDT

Desemprego para conter a inflação, uma ideia para ser esquecidaVem ganhando cada vez mais força no mercado o discurso de que o país precisa de aumento em sua taxa de juros para controlar a inflação. Na última semana, dois economistas com passagem pelo Banco Central afirmaram que o desaquecimento da economia é o único caminho.

Os economistas mencionados são Alexandre Schwartsman, que hoje tem sua própria empresa de consultoria, e Illan Goldfajn, atualmente Economista Chefe do Itaú-Unibanco. A interpretação do discurso adotado por ambos mostra que eles acreditam que as demissões, que seriam efeitos diretos de eventuais medidas para desaquecer a economia, não seriam um problema maior do que a inflação.

“A saída é frear a economia. É demitir mesmo”, disse Alexandre Schwartsman."A inflação não cai num passe de mágica. Não cai porque o Banco Central resolve falar mais duro. Cai com o encontro do crescimento da oferta com o crescimento da demanda. É preciso fazer escolhas. Não dá para fazer omeletes sem quebrar os ovos", afirmou Illan Goldfajn.

Resolver um problema criando outro é, em minha humilde opinião, uma visão míope. É verdade que a inflação está alta, próxima do topo da meta, mas admitirmos que o desemprego terá um efeito menos danoso para economia e para o povo é uma postura quase irresponsável.

Veja o que pensa Delfim Neto, economista que está muito próximo e alinhado ao que pensa a Presidente Dilma Rousseff: "A empregada doméstica virou manicure ou foi trabalhar num call center. Agora, ela toma banho com sabonete Dove. A proposta desses “gênios” é fazer com que ela volte a usar sabão de coco aumentando os juros. A saída para a economia é promover reformas estruturais que passem pelo aumento da educação do trabalhador".

A verdade é que a inflação é um problema emergencial e um dos pontos críticos é justamente a percepção de que o Banco Central não tomará nenhuma medida restritiva. A ingerência política sobre a equipe econômica faz com que os especuladores de plantão ataquem em diversas frentes.

De toda forma, pior que ver os aumentos de preço é não ter trabalho é nem renda. O desemprego tem se mostrado como um dos graves problemas em boa parte do mundo. Na Zona do Euro (ZE), a média de desempregados beira os 12%. Na Grécia, o percentual é superior a 26%.

Os dados são ainda piores para os mais jovens: 23,9% dos jovens estavam desempregados na ZE, em comparação com os 22,3% de fevereiro de 2012. Esta situação foi particularmente catastrófica na Espanha (55,7%), Portugal (38,2%) e Itália (37,8%). Na Grécia, 58,4% dos jovens com menos de 25 anos estava sem trabalho em dezembro de 2012.

Acredito que a opção pelo crescimento seja menos danosa em tempos de crise mundial, mas o que precisa ficar mais claro para todos é o rumo da política monetária – não dá para sustentar crescimento com dúvidas sobre o caminho a ser seguido.

O que você acha? Desaquecer a economia demitindo parece a melhor saída? O que pensa a respeito? Deixe sua opinião no espaço de comentários abaixo. Até a próxima.

Foto de freedigitalphotos.net.

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Este artigo foi escrito por Ricardo Pereira.
Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: @RicardoPereira
Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.
A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama


Preço do iPhone finalmente diminui no Brasil

Posted: 08 Apr 2013 07:45 AM PDT

Preço do iPhone finalmente diminui no BrasilO iPhone, da Apple, conquistou um lugar especial na mente de muitos consumidores, isso não há como negar. Existem muitas pessoas que preferem smartphones com sistema Android e não estão interessados nos produtos da empresa fundada por Steve Jobs, mas não dá para ignorar que os produtos da "maçã" viraram febre.

No entanto, entre os consumidores que aguardam cada nova versão do smartphone da Apple, estão aqueles que não podem pagar o salgado preço pelo aparelho. O Brasil ainda apresenta um dos maiores valores pelo celular, mas a notícia é boa para aqueles que estão decididos a comprar.

Os preços do iPhone 4 e do iPhone 4S ficaram mais baratos na loja brasileira da Apple. O primeiro modelo teve uma redução nos preços de 26,68%, enquanto que o segundo foi de 15,01%. O iPhone 4 de 8GB custava R$ 1.499, mas passou a valer R$ 1.099. Já o 4S, de 16GB, apresentou uma queda de R$ 300, passando de R$ 1.999 para R$ 1.699.

Há ainda mais uma condição favorável de compra. Além da diminuição dos preços dos smartphones chamar atenção, a Apple oferece 10% de desconto para quem decidir comprar o aparelho à vista, opção que sempre recomendamos e valorizamos no Dinheirama (o desconto é sempre a melhor opção).

Compensa comprar no exterior?

Com a redução de valores, a diferença de preço entre os valores nacionais e os praticados baixou consideravelmente, muito embora ela ainda continue alta aos olhos do consumidor. Nos Estados Unidos, o iPhone 4S custa US$ 549 (aproximadamente R$ 1.100), enquanto que o iPhone 4 custa US$ 450 (R$ 900).

A diferença de preço, em relação aos preços praticados no Brasil antes da redução, era de 44,60% e 39,44%, respectivamente. Após a redução a diferença caiu para 34,81%, para o 4S, e 17,40% para a versão 4.

Desoneração dos smartphones

Na semana passada divulgamos a informação de que a presidente Dilma Rousseff assinará a desoneração para smartphones. Segundo informações do Ministro das Comunicações Paulo Bernardo, o preço dos smartphones terá um teto de R$ 1,5 mil para aparelhos com tecnologia 4G.

No entanto, o ministro também lembra que o país sofre com falta de infraestrutura para suportar o uso crescente das redes de telefonia móvel. Em 2011 e 2012 o setor de telecomunicações cresceu rapidamente com valores expressivos: 100% e 80%, respectivamente.

Logo, tudo indica que os preços do iPhone poderão cair mais em breve. Como Paulo Bernardo afirmou que os novos valores devem valer a partir do fim do mês, talvez seja melhor aguardar a chegada de maio para confirmar se haverá nova redução dos preços.

Esperar é aprender a consumir com inteligência. Além de garantir preços mais baixos, você também pode verificar se algum aparelho sofreu maior diminuição do que outro e concluir qual o melhor smartphone para você e seu bolso. Vamos ficar de olho também.

Fonte: InfoMoney. Foto de freedigitalphotos.net.

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Este artigo foi escrito por Willian Binder.
Graduando em Administração na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e estagiário do Dinheirama.
Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.
A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama


Feedback sobre os aplicativos Dinheirama Online para Android e iOS

Posted: 08 Apr 2013 05:00 AM PDT

Feedback sobre os aplicativos Dinheirama Online para Android e iOSEstamos muito felizes com a repercussão do lançamento dos aplicativos do Dinheirama Online para as plataformas iOS e Android. Os aplicativos foram realizados graças à parceria do Dinheirama com a empresa Kodec Desenvolvimento de softwares e com o designer Júlio Silver. Obrigado, viu amigos? Mesmo!

Todos que acompanham nosso trabalho sabem que, em todas as iniciativas que levamos adiante, presamos pelo trabalho bem feito e com grande qualidade, mesmo nos muitos projetos que são completamente gratuitos, como é o caso do Dinheirama Online.

Recebemos muito feedback com o lançamento da versão inicial para os dispositivos e quero, em nome de nossa equipe, agradecer sua participação. A primeira versão que foi lançada é uma versão básica, com poucas funcionalidades e inovação, é verdade. Nós queríamos "marcar presença" e oferecer um sistema que, aos poucos, terá atualizações e muitas novidades.

A versão web do Dinheirama Online também passa por constantes melhorias e, já nas próximas semanas, um novo módulo de investimentos será integrado à ferramenta. Assim, quero registrar mais uma vez que tanto a versão web quanto as versões para dispositivos móveis sofrerão ajustes e melhorias constantes. Nosso compromisso é com a educação financeira de qualidade – e de graça sempre que possível.

Não perca tempo, acesse a ferramenta pelo www.dinheiramaonline.com.br e baixe agora mesmo o App do Dinheirama Online. Basta escolher e clicar em sua versão nos botões abaixo?

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Se você ainda não é usuário da melhor e mais completa ferramenta de controle financeiro (e totalmente gratuita), reforço o convite. Acesse agora mesmo www.dinheiramaonline.com.br e faça seu cadastro. E então faça o download dos aplicativos em seu celular.

Aqui valorizamos sua opinião, o trabalho é feito para você. Todas as críticas e sugestões serão absorvidas e levadas em consideração na hora de implementarmos as melhorias no sistema.

Nos orgulhamos muito de ser uma empresa que começou em 2007 e em poucos anos se tornou uma das principais referências em Negócios e Finanças no Brasil, sempre crescendo de forma organizada e sem ajuda de nenhuma organização ou investidor externo. Crescemos oferecendo serviços de qualidade e com muita dedicação de toda nossa equipe.

Você é parte deste sucesso. Confie mais uma vez em nosso trabalho, a educação financeira realmente transforma vidas. Esse será sempre nosso compromisso! Uma ótima semana a todos. Até a próxima.

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Este artigo foi escrito por Ricardo Pereira.
Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: @RicardoPereira
Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.
A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama


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