Dinheirama.com - Artigos do dia
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- Mercado e Investimentos: Panorama Mensal – Março 2013
- Desoneração: smartphones custarão menos a partir do fim do mês
- Inflação e a irresponsabilidade do consumo excessivo via crédito
- BC proíbe envio de “boleto de oferta” sem permissão
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Posted: 04 Apr 2013 04:00 PM PDT
Enquanto isso, vemos os índices das bolsas de vários países atingindo marcas igualmente históricas, mas no sentido contrário. O que aconteceu na economia brasileira neste primeiro trimestre de 2013? Como ficaram os investimentos e principais indicadores da economia no período? O que devemos saber para encarar o restante do ano e melhorar nossas decisões de investimentos? É sobre isso que nossos parceiros Alvaro Bandeira, economista, e Sandra Blanco, consultora de investimentos, ambos da Órama (clique e conheça), falam em um novo vídeo (panorama mensal) criado com exclusividade para o Dinheirama. Alvaro concentra sua análise na economia nacional e internacional, com destaque para as medidas tomadas na Europa em resposta aos problemas no Chipre e os desdobramentos que isso pode trazer. Sandra Blanco trata dos investimentos e o retorno dos Fundos Órama (clique e conheça) no mês de março. Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=3KAxfhRmclo Se você quiser assistir a outros vídeos sobre o mercado, mantenha-se sempre fiel a nossas publicações e assista ao material produzido e veiculado na TV Órama (clique aqui para assistir). Sugerimos que você também conheça e baixe gratuitamente o eBook “Cenários e Investimentos para 2013″ (clique e garanta sua cópia). Até a próxima. Foto de freedigitalphotos.net. ------ Este artigo foi escrito por Conrado Navarro. Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros "Vamos falar de dinheiro?" (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: @Navarro. A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama |
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Posted: 04 Apr 2013 12:00 PM PDT
"Estamos muito satisfeitos. Fizemos a desoneração para a construção de redes de telecomunicações e, nos próximos dias, sai a desoneração dos smartphones", disse. Ainda segundo as informações do ministro, o benefício aos smartphones será bastante atraente para o consumidor, pois haverá redução de impostos com a ideia de que os aparelhos tenham um teto de até R$ 1,5 mil. Esse teto possivelmente será para os aparelhos de tecnologia 4G. O Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Confins) são alguns dos impostos que serão reduzidos. Desde que a presidente Dilma sancionou a Lei nº 12.715, em setembro do ano passado, a desoneração já estava prevista. A lei instituiu programas de apoio à instalação de redes de banda larga, restabeleceu projetos de inclusão digital em escolas públicas e suspendeu a cobrança de tributos sobre computadores e softwares de uso educacional. Paulo Bernardo afirmou ainda que o governo brasileiro tem grande interesse no setor de telecomunicações no Brasil. "É um setor que cresceu rápido demais e estamos com problemas de infraestrutura. O 3G cresceu 100% em 2011 e mais 80% no ano passado", explicou. A ideia do ministro é fazer um plano de universalização da Internet, com a qualidade que o brasileiro exige. O próprio ministro afirmou que já pediu ao prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que estudasse a legislação de antenas na cidade, pensando na tecnologia 4G. O ministro, que esteve na inauguração da nova sede da Telefônica/Vivo em São Paulo, afirmou que o atraso da publicação da medida foi uma exigência do Tribunal de Contas da União (TCU), que estabeleceu novos critérios para liberar cortes nos impostos. Ele ainda brincou com o atraso na publicação do decreto. "Queríamos aprovar a desoneração desde o segundo semestre de 2012, mas só na quinta-feira passada chegamos a um acordo", contou. Por que essa notícia é importante? No ano passado, as vendas de smartphones no Brasil cresceram 78%, atraindo olhares mais atentos para o setor. Como o próprio Ministro das Comunicações afirmou, o governo sabe desse crescimento e da falta de estrutura para suportar a utilização das redes de telefonia móvel por tantos brasileiros. A redução de impostos sobre esse tipo de produto também é uma das grandes queixas dos consumidores, sendo que muitas vezes é mais vantajoso adquirir um modelo recém-lançado fora do país. Aproveitamos o assunto pra convidar a leitura do artigo Galaxy S4 x iPhone 5. Fontes: Veja | Terra. Foto de freedigitalphotos.net. ------ Este artigo foi escrito por Willian Binder. Graduando em Administração na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e estagiário do Dinheirama. A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama |
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Posted: 04 Apr 2013 07:45 AM PDT
O grande problema é que nem mesmo a inflação alta tem diminuído o apetite de consumo das pessoas. Tenho reparado que o endividamento para continuar comprando e adquirindo bens vai se tornando uma pratica normal em muitas famílias. Ao contrário do que muitos pensam, quando propomos aqui no Dinheirama o planejamento financeiro como ferramenta de criação de riqueza, não estamos defendendo apenas o ato de poupar. Nossa intenção é mostrar que não se pode simplesmente comprar tudo através do crédito e lançar mão do endividamento como única forma de ter patrimônio. Consumo e armadilhas do crédito fácil Lidar com o consumo de forma consciente é talvez nosso maior desafio como sociedade, pois temos que lidar com dois grandes problemas: o primeiro é justamente o componente inflacionário; e o segundo é aprender a utilizar o crédito de forma inteligente e sustentável. Quando planejamos uma compra e contamos com esse plano para colher os resultados, passamos a valorizar muito mais o dinheiro e seu papel dentro de casa. Cada centavo passa a ter mais valor e o esforço de cada membro da família para ganhar o dinheiro é recompensado e admirado. Guardando para realizar os sonhos, é natural que na hora da compra busquemos realizar uma boa negociação e o pagamento à vista se torna favorável para conquistar um bom desconto. A sensação de comprar assim fortalece o vínculo familiar e cria motivação para definirmos e buscarmos novos objetivos. É claro que nem tudo é fácil, dinheiro não cai do céu, e poucas lojas costumam dar descontos hoje em dia. Podemos olhar para essa realidade como forma de justificar o que ainda não conquistamos ou então ir à luta e buscar condições melhores. A dica é: não se contente com o "Não" e nem tenha medo de buscar alternativas. Em relação ao crédito, o desafio é ainda mais penoso porque poucos param para colocar no papel as melhores alternativas. A cada dia, mais pessoas acabam se endividando com as linhas de crédito mais caras do mercado (cartão de crédito e cheque especial) simplesmente porque não conhecem e não se interessam em buscar outras possibilidades mais baratas. Com dinheiro emprestado, o mais fácil é sempre o mais caro. Simples assim. A responsabilidade também é nossa Veja que crédito e consumo estão intimamente ligados com os resultados que temos de inflação. As discussões em torno de assunto precisam ser incentivadas, mas com profundidade. Se subirmos os juros, como boa parte do mercado pede, não teremos por parte das pessoas físicas uma mudança drástica nas demandas de consumo. Primeiro, porque os juros estando em níveis historicamente baixos, são ainda extremamente elevados. Segundo, porque as pessoas continuarão consumindo de forma inconsciente e desenfreada. O que precisa ser feito? Em primeiro lugar, mostrar às pessoas que o planejamento é indispensável, ensinar as pessoas que cheque especial e cartão de crédito não são complemento de renda e finalmente dar o exato valor ao dinheiro. Se algo está muito caro, talvez seja melhor não comprar ou buscar outras alternativas, como economizar durante algum tempo para comprar mais adiante (adiar consumo) ou encontrar produtos semelhantes e mais baratos. Você tem papel importante nesse processo. Até a próxima. Foto de freedigitalphotos.net. ------ Este artigo foi escrito por Ricardo Pereira. Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: @RicardoPereira A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama |
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Posted: 04 Apr 2013 05:26 AM PDT
Esse tipo de boleto é bastante comum em casos de assinaturas de revistas ou seguros de cartão de crédito e, a partir do meio do ano passado, as empresas foram obrigadas a deixar claro que o pagamento não é obrigatório. Agora o BC anuncia aprimoramentos no "boleto de oferta". Na última terça-feira (2), a instituição aprovou circular para considerar também as situações de propostas de contratos civis, como doações ou convites para filiação e associações. Por essa medida, a autoridade monetária passou a chamar o então "boleto de oferta" de "boleto de proposta". Agora, o envio sem permissão prévia do cliente também é proibido pela circular. "A emissão e a apresentação do boleto de proposta ficam condicionadas à anuência prévia do pagador, de forma a evitar o recebimento não solicitado desses boletos", diz o comunicado do Banco Central. A circular ainda prolongou para 28 de junho o prazo para entrada em vigor da nova sistemática de liquidação interbancária para boletos acima de R$ 250 mil. As instituições bancárias, beneficiárias e pagadores de boletos de alto valor, maiores interessados na medida, vão ter mais tempo para se adaptarem a exigência de envio dos valores à instituição destinatária no mesmo dia do recebimento pela instituição recebedora via Sistema de Transferência de Reservas (STR), que é operado pelo BC. Quem já recebeu um boleto de oferta? A prática ainda é bastante comum entre empresas de cartões de crédito e assinaturas de revistas. Se você tem contrato com um desses serviços, provavelmente você já deve ter recebido um boleto de oferta. Quando recebido pela primeira vez, é comum surgirem algumas dúvidas. Que boleto é esse? Eu preciso pagá-lo? Os mais desatentos e desavisados podem entender que aquela correspondência é um boleto de cobrança de algo que já receberam e decidem pagar a quantia informada sem pensar duas vezes, a fim de quitar a tal "dívida". É bom lembrar que pagar "contas" imprevistas pode ser um equívoco, justamente pelas condições mencionadas. No entanto, com as novas medidas impostas pelo Banco Central, a identificação de boletos de proposta e de cobrança será mais fácil. Ciente dessa informação, cabe ao consumidor decidir se quer pagar pelo serviço oferecido por meio do boleto. E se não quiser, basta ignorar o boleto. Vale ressaltar também que o próprio boleto deve explicitar que o não pagamento não implicará em protestos, cobranças judiciais ou extrajudiciais e nem a inclusão do nome do destinatário em cadastros de restrição ao crédito. Sendo assim, o cidadão ainda precisa estar atento à contratação de qualquer serviço. Com a nova regra que impede o envio do agora boleto de proposta, sem permissão prévia, as empresas provavelmente buscarão uma forma de fazer com que o cliente aprove o envio sem total consciência. Vamos ficar de olho! Ler com cuidado os termos de serviço é fundamental para evitar esse tipo de constrangimento. Fontes: G1 | Banco Central. Foto de freedigitalphotos.net. ------ Este artigo foi escrito por Willian Binder. Graduando em Administração na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e estagiário do Dinheirama. A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama |
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